Como o coaching contribui para o desenvolvimento de lideranças

Hoje vou responder à uma dúvida da Patrícia Gibson, estudante de administração da FEAPA e que está fazendo o seu trabalho de conclusão de curso baseado no coaching executivo, então, mandou essa pergunta: Como as ferramentas de coaching podem ser usadas no desenvolvimento de lideranças?

A primeira coisa a saber, é que as ferramentas, técnicas e modelos estruturados de coaching são utilizados de acordo com as necessidades apresentadas por ocasião do atendimento propriamente dito, não havendo necessariamente um conjunto de ferramentas específicas para atender a este propósito, tampouco uma ordem sequencial de utilização das mesmas, uma vez que o profissional coach deve, antes de qualquer coisa, levantar as principais características, qualidades ou atitudes a serem desenvolvidas nesse líder, sempre considerando-se a cultura organizacional.

Certa vez, em uma formação na cidade de Recife-PE, um diretor executivo de uma grande companhia telefônica me solicitou que atendesse três gerentes de uma de suas unidades. Perguntei-lhe o objetivo principal a ser alcançado. “– Desenvolvimento gerencial”, foi a sua resposta. Muito bem, um prato cheio para qualquer aventureiro de plantão, só que, nós, coaches profissionais precisamos de dados mais específicos para saber exatamente o que desenvolver, então adotamos os seguintes passos:

1) Conhecer a cultura organizacional daquela empresa especificamente e o que se espera de um bom líder naquela organização: É muito importante compreender que assim como as pessoas, as empresas diferenciam-se umas das outras, sobretudo no que diz respeito à sua cultura organizacional, isso, por si só, vai influenciar no modelo de liderança a ser adotado e consequentemente no padrão comportamental ou qualidades a serem desenvolvidas baseadas no perfil do cargo (supostamente já desenhado pelo RH em seu plano de carreira), do contrário, o coach deve levantar esse perfil ideal;

2) Conhecer muito bem o perfil atual do gerente em questão: Para isso existem alguns recursos que podemos lançar mão, como o seu perfil comportamental que deve ser feito por um analista comportamental assessment devidamente habilitado, no nosso caso, utilizamos o Cibrasystem, através do qual, conseguimos identificar inúmeras informações acerca deste gerente através de alguns gráficos que avaliam além do perfil comportamental, nível de pressão que este gerente sofre para atender às exigências do meio, tipo e velocidade na tomada de decisão, fatores motivadores no trabalho, possíveis pontos de insatisfação quanto ao uso de suas principais habilidades, além lógico dos pontos de melhoria para atender às exigências do cargo.

3) PDI – Plano de Desenvolvimento Individual: Há alguns anos, o RH identificava em suas avaliações de desempenho os gaps dos colaboradores e os colocava em cursos com “n” participantes que quase nunca (para não correr o risco de generalizar) focavam em suas necessidades específicas, e assim as empresas investiam muito recurso, mas sem ter o retorno devido. Assim, com o coaching, realizamos a partir desse levantamento, um Plano de Desenvolvimento Individual e trabalhamos os aspectos ligados ao aprimoramento de suas principais habilidades e o desenvolvimento de suas principais lacunas para o pleno exercício de suas funções.

4) Escolha das ferramentas e modelos mais apropriados: Uma vez realizado o PDI, é importante considerar o objetivo geral e os específicos a serem alcançados para só então definir que ferramentas e métodos de abordagem utilizar em cada sessão, lembrando que é impossível definí-las sequencialmente por conta dos resultados obtidos, mudanças de estratégias por questões organizacionais, contingências sociais e econômicas, dificuldades relacionais, estado emocional do cliente no momento da sessão e vários outros aspectos que podem incorrer em mudanças da ferramenta ou do método previamente definido. Importante compreender que o processo de coaching é algo dinâmico e, portanto, não pode ser, em hipótese alguma, engessado.

5) Acompanhamento sistemático: É importante compreender que o que assegura os bons resultados de coaching num processo de desenvolvimento de lideranças é o acompanhamento sistemático feito antes de cada encontro e o que definirá os bons resultados de coaching após um tempo de processo, é justamente uma reavaliação comparativa do perfil comportamental e uma avaliação 360º.

E, para finalizar, a boa notícia é que para desenvolver as suas habilidades de liderança, você não necessariamente precisa ocupar um cargo em uma empresa. Se você tem interesse em desenvolver-se, fale conosco através desses contatos que se encontram aqui e teremos o maior prazer em ajudá-lo.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Tromba d’água: O fim do mundo ou um milagre da natureza?

– É isso aí, hoje eu vou chegar na empresa tocando o terror para ver se o pessoal para de fazer besteira! Não suporto trabalhar aqui, só tem bronca para resolver, povo inexperiente, é um erro atrás do outro e eu me sinto como se estivesse enxugando gelo resolvendo as “…” hrum … hrum … vamos manter a compostura, por favor …. resolvendo as … “mer … blemas” que deixam, não tenho outra opção, como responsável técnica tenho que resolver todos os pepinos. Eu hein, só dor de cabeça aqui no trabalho, não vejo a hora de pedir demissão!

– Hei calma aí, relaxa!

– Não tem como!

– Claro que tem, o que você pode fazer para tornar o seu ambiente melhor?

Não são raros encontrar diálogos dessa natureza diariamente em minhas atividades de trabalho, responsabilidade, stress, cobrança por resultados, pressão fazem parte do nosso dia-a-dia como em nenhum outro momento da história foi tão presente para reles mortais como eu, você e centenas de milhares de trabalhadores mundo a fora, é muita gente querendo um lugar ao sol, mas pouca gente realmente disposta a pagar o preço.

Todos querem chegar ao topo, com soluções extremas que simplesmente interrompem o seu processo de desenvolvimento pessoal e profissional, afinal, ninguém se torna um grande líder sem passar pelas tormentas, aliás, o que faz realmente um grande líder são os desafios diários, por isso ele é considerado líder, pois teoricamente é a pessoa mais preparada para lidar com situações difíceis, instáveis e portanto, altamente desafiadoras. Como diz um jargão antigo: “não se fazem grandes marujos em mares calmos”, as tormentas existem justamente para fortalecer e dar a musculatura necessária para enfrentar qualquer tempestade ou tromba d’água.

Muito bem, o fato é que não estamos falando de um ou dois profissionais, estamos falando de milhares de pessoas que todos os dias enfrentam situações difíceis em seus ambientes de trabalho e fazem disso um inferno a ponto de sacrificar a sua saúde, seu bem estar, sua auto-estima, suas interações familiares, sua felicidade! Ora, pare para pensar, existem milhares de desempregados hoje no Brasil, e você não faz parte dessa estatística, bem ou mal você está trabalhando, então vamos lá, para pensar:

1) O que pode ter levado essa empresa a contratá-lo?

Você acredita mesmo que se não fossem pelos problemas o empresário o contrataria? Imagino que não! E eu explico: Hoje todas as classes vivem em uma selva, cada qual procurando defender o que conquistou e em alguns casos, proteger e perpetuar as futuras gerações que dele descendem (seus filhos, netos, bisnetos), então, quanto menos pessoas externas, melhor! Logo, se o trabalho pudesse ser todo operado por máquinas ou robôs, certamente ele o faria, pois elas trabalhariam sem hora para parar, isso já dispensaria escala, relações com sindicatos, livraria das constantes preocupações em relação a legislação trabalhista, despesas com treinamentos técnicos e comportamentais e tempo criativo pensando em campanhas motivacionais para engajar a equipe (que para muitos, motivação é salário em dia e acabou), não precisaria lidar com problemas de ordem sentimental, hormonal, faltas justificadas nem nada.

2) Por que eu?

Mas a realidade não é assim! Logo, se a empresa o contratou e não foi por que ela é “boazinha”, então foi por necessidade e em meio a milhares de outros candidatos você só foi escolhido por ser considerado o melhor dentre todos para aquela função, para lidar com todos aqueles pepinos e encontrar soluções para deixar a empresa melhor do que estava antes de você ser contratado.

3) Com que olhos você percebe a realidade?

Você pode enxergar o seu trabalho e as pessoas que nele se encontram como um problema ou então você pode vê-los como alguém que tem problemas, qual a diferença? Ao ajudar essas pessoas a resolverem os desafios e aprenderem a solucionar as questões de forma autônoma e responsável, vai facilitar muito a sua vida uma vez que não o sobrecarregará com as questões de todos.

4) Como você quer ser reconhecido(a) após essa fase?

Você pode ser reconhecido(a) como alguém que se deparou com os problemas, não se garantiu, foi fraco e abandonou o barco como um covarde, tentando salvar a própria pele ou você pode deixar a empresa melhor do que quando você entrou de forma que todos sintam a sua falta quando você estiver em outro nível mais elevado, portanto, deixo aqui uma pergunta de reflexão: Desistir das situações e problemas que surgem diariamente no trabalho ajudaria em algo?

5) Você já procurou saber qual é o ponto de vista do dono da empresa?

Entender o pensamento do fundador, dono, presidente ou seja lá quem estiver no topo pode ser um excelente ponto de partida para mudar seu ponto de vista mais limitado e encontrar soluções mais pertinentes para esses desafios sem tanto desgaste ou sofrimento. Portanto, é tudo uma questão de escolha pessoal, ver a tromba d’água como uma devastação ou como um lindo fenômeno da natureza que encanta aos olhos.

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Responsabilidade social nas empresas: Realidade ou ficção?

É fato, as empresas estão se voltando cada vez mais para projetos sociais, uma vez que investir em Responsabilidade Social agrega valor à imagem institucional, em virtude da reação positiva do mercado, que reflete, por sua vez, em seu resultado financeiro, dado a fatores, como: maior visibilidade e credibilidade no mercado; logo, há uma valorização das suas ações, vindo a obter assim, a preferência dos investidores, o que contribui para o fortalecimento interno da organização, aumento de performance dos colaboradores, tornando a empresa ainda mais competitiva e, consequentemente, ocorre uma maior sustentabilidade nos negócios em virtude da conscientização ecológica dos valores e princípios corporativos mais vitais.

Desse modo, de uma maneira geral, elas têm se voltado para métodos de produção sustentável e para produtos mais “naturais”, agora, a questão é: Até que ponto isso significaria um real respeito ao consumidor e ao meio ambiente ou, como se vê na grande maioria das vezes, trata-se apenas de mais uma jogada de marketing? Creio que uma coisa acaba levando a outra, ou seja, quando a empresa foca na sustentabilidade e propaga isso em sua campanha de marketing, de certa forma, está contribuindo para a educação do consumidor para que este venha a adquirir uma consciência mais ecológica, e por conseguinte, contribuindo para que tenhamos um mundo cada vez melhor. Pelo menos era isso que deveria ocorrer na prática.

A boa notícia, é que o cliente está cada vez mais consciente do seu papel social, e não estamos falando apenas da preservação do meio ambiente ou mesmo da biodiversidade, tais como: coleta seletiva do lixo, projetos de reaproveitamento da água, energia renovável, dentre outros, mas também de seu real papel na sociedade pensando no bem comum, o que envolve: as negociações sustentáveis, o respeito ao código de defesa do consumidor, a qualidade do produto, do atendimento, a ética, refletida através do recolhimento de impostos por meio da emissão de notas fiscais, enfim, todos são, de certa forma, fatores que podem ser levados em consideração no momento de decidir por adquirir produtos ou serviços de uma determinada empresa. Tudo isso torna o consumidor mais exigente a respeito do perfil das mesmas.

Para quem ainda não acordou para essa nova realidade, abra bem os olhos, pois o mercado mudou e ainda está em intenso processo de transformação, portanto, entrar em sintonia com as comunidades e com o meio ambiente está realmente se tornando uma exigência para as empresas e o Brasil, de certa forma, como um país exportador de vários produtos para grandes centros mundiais, deve se adaptar às exigências do mercado internacional no que tange à qualidade, não apenas do produto, mas da sua origem. Como exemplo, podemos destacar o “embargo da carne”ocorrido há aproximadamente 10 anos no qual o Brasil, um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, teve esse produto relacionado ao desmatamento da floresta amazônica, o que levou o governo federal a intervir duramente, para se adaptar a tais exigências, levando alguns estados do norte do país a sofrerem um grande baque econômico na agricultura, na pecuária, no comércio, no serviço e até mesmo no setor público, até que as mesmas fossem cumpridas. E vira e mexe, ainda nos deparamos, aqui e ali, com práticas abusivas, que, creio, o nível de tolerância do consumidor, hoje, é zero! E, portanto, também estão mudando … e muito!

Os funcionários, parceiros e fornecedores também participam dessas mudanças através da educação, pois o que aprendem na empresa, adotam no lar, ensinam os filhos e estes, por sua vez, disseminam na escola, a professora vê então o movimento dos alunos e aborda o assunto “sustentabilidade” em sala de aula para várias turmas, assim, cada aluno volta para casa e aplica os conhecimentos adquiridos e então, forma-se uma corrente invisível pela preservação do meio ambiente, da biodiversidade, das nossas reservas hídricas e criamos assim, a chamada “Geração Z”, com futuros cidadãos mais conscientes de seu papel social, contribuindo para um mundo cada vez melhor, mais abundante e próspero.

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10 Hábitos das pessoas altamente comprometidas

É, não tem jeito, sempre que converso com empresários ou com executivos acerca do que desejam para suas empresas, é inevitável, a resposta quase sempre é a mesma: “- Ah! Se eu tivesse pessoas mais comprometidas!”, e isso se repete em diversos setores da sociedade: em casa, na escola, nos setores públicos, dentre outros. No entanto, o que entendemos por comprometimento?

Para responder a essa questão, reuni aqui algumas características dessas pessoas que fazem a diferença em suas atividades:

1-Planejam o dia seguinte antes de irem dormir: Essas pessoas sempre têm um objetivo em mente e focam toda a sua energia nele, por isso definem ações importantes a serem realizadas no dia seguinte antes de dormir e não descansam enquanto não as tiverem concluído.

2-Fazem uma coisa de cada vez: Evitam fazer várias coisas simultaneamente, principalmente se forem desconexas e divergentes de seu objetivo principal, ao realizar várias atividades simultaneamente, correm o sério risco de perder o foco principal e assim, fracassar.

3-Dedicam total atenção aos detalhes: Trabalham entregando o seu melhor, sempre, pois como dizem: “Deus está presente nos detalhes”, então, o fazem com esmero, prestam atenção em absolutamente tudo e jamais deixam um trabalho pela metade, sempre terminam tudo o que começam.

4-Sempre focam na solução: Apresentam soluções e quando não as têm, vão atrás, não perdem tempo potencializando os problemas, pois sabem que isso só atrai mais problemas e não desistem facilmente, aliás, não descansam enquanto não os resolvem.

5-Cumprem prazos e jamais se limitam por qualquer motivo: Os prazos são sagrados para pessoas comprometidas, isso faz com que se esforcem muito para cumpri-los e quando não sabem algo perguntam e demonstram sempre muita vontade de aprender, dedicando-se bastante até dominar aquilo que não sabem.

6-Exercitam a sua criatividade: Sabem que não existe nada tão bom que não possa ser melhorado, por isso lançam mão de um bloco de anotações sempre por perto, para escrever suas ideias, desenhar fluxos, criar novos processos e outros.

7-Focam no positivo: Não vivem dando desculpas por seus atos, nem procuram culpados pelos erros cometidos, tampouco vivem reclamando da vida e falando mal das pessoas, pelo contrário, agem para modificar a realidade.

8-Fazem exercícios físicos e meditação diária: Normalmente, acordam cedo e praticam exercícios como corrida, musculação, caminhada ou outras modalidades esportivas e fazem uma meditação diária refletindo sobre os desafios a serem superados naquele dia, bem como sobre as atividades necessárias e também sobre o seu comportamento e suas emoções pessoais de maneira a restaurar o equilíbrio e o autocontrole.

9-Cultivam um hobbie e curtem a família e os amigos de forma saudável: Trabalhar é importante, no entanto, ter uma atividade como distração, é fundamental para restaurar as energias e se divertir, pois assim, o cérebro produz a serotonina, um neurotransmissor necessário para dar uma sensação de prazer e bem estar e, com isso, evita o aumento do stress, que os impediria de raciocinarem e consequentemente tomarem as melhores decisões. Além disso, passar um tempo de qualidade com a família e amigos também é fundamental, pois ajuda dando uma sensação de paz e segurança, não é à toa que é chamada de “porto-seguro”.

10-Desenvolvem a empatia: Procuram sempre colocar-se no lugar das outras pessoas, sentir o que os outros sentem e estão sempre prontos a colaborar com os demais, participando e dando ideias. Enfim, uma pessoa comprometida é alguém com quem as pessoas podem contar.

Por fim, esses são alguns hábitos importantes desenvolvidos por pessoas altamente comprometidas e que fazem uma grande diferença em seus resultados, não apenas no dia-a-dia, mas sobretudo, no alcance de suas metas e objetivos pessoais, profissionais, corporativos e organizacionais.

E você? Deseja melhorar a sua performance também? A lista acima pode funcionar como um poderoso check list para o desenvolvimento de novos hábitos e alcance de resultados surpreendentes. Experimente, faça diferente, tenho certeza que você irá se surpreender com os seus novos resultados.

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Você já ouviu falar em modelo de gestão CTA?

Fazendo os meus diversos atendimentos de coaching em empresas, percebi algo em comum na grande maioria dos gestores que participavam dos processos comigo: a reatividade! Infelizmente, boa parte deles aprenderam a reagir em suas rotinas ao invés de agir preventivamente e com isso, acabam perdendo o momento e deixando de atingir as metas em equipe pelo simples fato de defini-la, apresenta-la e depois só checar resultado no final do mês e aí vem muitas vezes a frustração por não tê-lo atingido e pior, a sensação de impotência por não poder voltar no tempo e fazer algo diferente. As consequências disso? É tiro, porrada e bomba pra todo lado, reuniões caóticas de “caça às bruxas” e o consequente desgaste e desmotivação da equipe e um constante recomeçar, trocando peças do tabuleiro, normalmente um peão por outro, e sempre alimentando a esperança do “agora vai!”, mas se não mudar as práticas de gestão, não vai mesmo, ou melhor, até vai, “RÉ começar de novo” fazendo deste um grande ciclo nocivo e vicioso sempre voltando ao ponto de partida impedindo, dessa forma, o crescimento da organização.

Avaliando esse cenário, percebi que os gestores estavam trabalhando apenas com os fatos ocorridos, ou seja, passados, e não fazendo aquilo o que se propõe de fato um gestor: planejar, executar e conferir, sempre pensando em termos futuros, daí, faço uma analogia com o CTA, que é uma sigla bastante utilizada na aviação e que quer dizer: Controlador de Tráfego Aéreo – CTA, como o próprio nome sugere, esse profissional trabalha na torre de controle e ele acompanha todo o seu espaço aéreo através de um potente radar e estabelece uma comunicação com os pilotos nas aeronaves orientando-os quanto ao fluxo de aeronaves e suas respectivas malhas aéreas (estradas/rotas) para evitar que as mesmas se choquem, em alguns casos, preveem também rotas alternativas para desviar de nuvens carregadas, reduzindo, com isso, o desconforto dos passageiros e tripulantes causado pelas turbulências.

Desse modo, o CTA, não pode tratar de fatos passados, porque qualquer erro pode ser fatal! Sendo assim, ele tem que ficar de olho no radar com atenção total no tráfego aéreo sempre antecipando-se ao que acontece e estabelecendo uma comunicação preventiva com as aeronaves.

Assim, o gestor deve trabalhar com os olhos voltados para o sistema de acompanhamento dos resultados dos seus liderados, se for de vendas, por exemplo, o ideal, é que ele segmente a meta mensal por semana e talvez até por dia e divida pela quantidade de vendedores (é quanto cada um vai ter que alcançar como meta diária) e, ao invés de simplesmente cobrar por que não atingiu o resultado num dia, mostrar para a equipe, ou para cada qual, o quanto cada um precisa para alcançar o resultado, incentivando-os assim, a focarem nessa diferença.

Com isso, o seu estilo de gestão passa de “reativo punitivo” para “preventivo estimulante”, o gestor deixa de olhar para os fatos passados e passa a prevenir o futuro diariamente, reavaliando meta, redefinindo ações e mudando o que for necessário, para evitar surpresas desagradáveis com o resultado final a ser obtido.

Como resultado final da prática de gestão CTA, você terá alcançado muito mais do que a meta estabelecida:

· Terá uma equipe mais engajada, motivada e focada no resultado, aumentando assim a sua força organizacional;

· Clientes mais satisfeitos em decorrência da qualidade do atendimento;

· Aumento na performance individual sem desmerecer o sentido de colaboração de equipe;

· Melhoria no clima organizacional;

· Aumento significativamente no nível de satisfação e entusiasmo dos colaboradores;

·Redução de custos;

·Aumento do lucro final;

·Competitividade e crescimento na participação de mercado da empresa;

No mais, acredito que, redirecionando o olhar e mudando as ações, deixando de avaliar apenas os fatos ocorridos e passando a mirar na meta a ser atingida acompanhando-a dia a dia e intervindo pontualmente sempre que necessário estimulando os membros da equipe como se fosse um engenheiro de equipe de fórmula 1 estimulando o seu piloto via rádio: “- Falta “tanto” para alcançar o resultado, você tá muito próximo, vai lá ….” e, lógico, o mais importante, celebre os resultados alcançados, por menor ou mais apertado que seja. Celebre! Vibre! Torça! Comemore cada vitória junto com a sua equipe.

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Desejos X oportunidades: Saiba com diferenciá-los e alcance seus objetivos

Interessante como as pessoas de uma maneira geral têm dificuldade em distinguir o que é um desejo e uma oportunidade. São coisas completamente distintas, mas podem confundir muito na hora de planejar e levar o projeto a metas surreais porque havia um desejo demasiado, mas sem uma oportunidade em vista, o que leva os planejadores a uma miopia diante da realidade que se apresenta. Para evitar erros dessa natureza, que acontecem com alguma frequência em planejamentos estratégicos, sejam eles corporativos ou pessoais, hoje trouxe alguns exemplos para distiguir uma coisa da outra.

Desejo: São todas as coisas que eu quero realizar, mas que nem sempre estão à minha disposição num dado momento e que acabam se confundindo com sonhos, por exemplo, abrir uma empresa, fazer um curso de idiomas, viajar de férias para a Europa, adquirir uma casa, comprar um carro, tornar-se ator de cinema.

Oportunidade: É tudo aquilo que tem a possibilidade real de se concretizar, bastando portanto, um movimento meu para obter uma chance de realiza-lo, lógico, considerando-se as questões técnicas e financeiras para executá-lo, como os meus desejos, por exemplo, atender a uma proposta de representação comercial de um determinado produto ou serviço (para abrir uma empresa), receber um folder ou uma indicação de um amigo ofertando uma bolsa de 30% para um curso de inglês (para fazer um curso de idiomas, receber uma oferta para integrar um grupo de intercâmbio (para viajar de férias para a Europa), perceber um imóvel adequado e compatível com o meu nível sócio cultural com preço de pré-lançamento (para adquirir uma casa), aproveitar a promoção de uma concessionária pela baixa das vendas no período para fazer um bom negócio (para comprar um carro), estudar dramaturgia e receber uma proposta para realizar um teste para integrar o elenco de um longa-metragem (para tornar-se ator de cinema).

Um desejo (um sonho), originam uma ideia, que, quando entram em planejamento, somados à curiosidade e poder de observação da realidade que o cerca, pode se tornar uma grande oportunidade em termos de empreendedorismo, por exemplo. Detalhe: Quanto mais deficiências existirem em um mercado, maiores são as oportunidades de se empreender algo novo e diferenciado, isso depende muito do ponto de vista de cada pessoa, enquanto uns só enxergam e reclamam das deficiências, outros veem nelas a possibilidade de ganhos extraordinários e lucro.

Agora que sabemos identificar uma oportunidade, como organizar as ideias e evitar possíveis distrações?

1- Faça uma lista de pelo menos 10 desejos que você sonha em realizar:

2- Quais deles tem a possibilidade real de concretizar?

3- Que oportunidades você enxerga para cada um desses desejos com real possibilidade de realização?

4- Quais os possíveis sabotadores ou distrações podem lhe desviar do seu real propósito em aproveitar cada oportunidade?

5- Por que é importante para você realizar esse desejo? Que valores agregarão na sua vida? Que sentimentos experimentará ao realiza-los?

6- Feche os olhos por alguns minutos e visualize-se tendo realizado o seu sonho? Que sensações internas você despertou? Em que parte do corpo você as sente? Que movimentos ou gestos você “fez” ao vibrar com a sua conquista?

7- Agora veja as pessoas em sua volta admirando-o e respeitando-o pela sua conquista como se tivesse alcançado:

8- Agora me diga, o que você aprendeu com o exercício acima? Valeu a pena fazê-lo? Por que? Caso deseje, compartilhe sua resposta comigo pelo e-mail abaixo, ficarei feliz em lhe ajudar;

9- O que você precisa fazer a partir de agora para aproveitar as oportunidades e já ir em direção à realização dos seus objetivos?

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Negócios, carreira e rock’n roll

Na última quinta, dia 13/07 comemorou-se o “Dia Internacional do Rock”, um estilo musical que surgiu em meados da década de 40 originário da junção de vários outros estilos da época, como o blues, country, folk, jazz, gospel e outros ritmos africanos. Esse estilo passou a ser um dos mais importantes veículos da cultura ocidental para o mundo e para quem pensa que era somente um instrumento de subversão nas décadas de 60 e 70 ou de reivindicação social nos anos 80, está muito enganado, é muito mais que isso. É um negócio bastante lucrativo e conta com seguidores fiéis e uma audiência pra lá de engajada.

Senso de Propósito: Como qualquer negócio que se preze, o rock tem um propósito bem claro: “Ser” a voz dos menos favorecidos, dos excluídos, dos ideais de liberdade e igualdade, além da solidariedade e fraternidade em relação aos países mais pobres e oprimidos vitimados por governos tiranos, pela guerra civil, pelas catástrofes naturais e toda forma de desigualdade. E, lógico, “todos” aqueles que se identificam com esse propósito, encontram “voz” nessa comunidade.

Perguntas de Reflexão: Qual é o seu propósito maior? E o do seu negócio? Como você quer ser reconhecido pelo mercado em que atua? Que contribuição você pretende deixar para a sociedade?

Público-Alvo: Pronto, a partir de um propósito bem claro, já temos o público alvo definido, ou seja, não adianta querer atingir a massa, isso já foi feito em outros tempos, quando o rock virou pop, como na década de 60 com os Beatles no mundo e a jovem guarda aqui no Brasil, onde também, com o movimento de abertura politica ocorrida durante os anos 80 virou febre nacional, arrebatando inúmeros seguidores, inclusive esse que vos escreve, e atualmente com tanta diversidade musical, o rock, embora não figurando tanto no cenário publicitário de massa, tem o seu espaço assegurado junto a esses fiéis seguidores e, vem se renovando com as novas gerações que se identificam com o estilo e com o propósito.

Perguntas de Reflexão: Quem se beneficia dos seus produtos ou serviços? Quem são os seus seguidores fiéis? Você tem uma audiência engajada? Seus clientes o defenderiam em relação à sua concorrência? O que os levaria a fazer isso?

Administração: Mas não se vive só de ideais e tampouco é só uma questão de compor e emplacar um hit ou mesmo de ter um figurino adequado e um cenário deslumbrante que fazem a diferença, por detrás de tudo isso, é necessário administrar uma série de ações para que tudo corra bem, do financeiro à logística, passando pela estratégia de carreira, plano de negócios, produção, marketing e vendas, tudo conta e cada detalhe pode significar a ascensão ou queda de uma banda!

Perguntas de Reflexão: Você tem um plano de carreira? Sua empresa tem um plano de negócios? Existe um planejamento estratégico? Tem processos bem definidos? Como ocorre a comunicação entre os diversos setores da sua empresa?

Carreira: No que diz respeito à carreira, ninguém se notabilizou mais do que o eterno Beatle Sir Paul McCartney, que passou a gerir a própria carreira e definir os próprios rumos a serem tomados, hoje, no auge dos seus 75 anos de idade e bilionário, ainda corre nas rádios e TVs para divulgar a sua arte como se ainda fosse um adolescente no início de carreira.

Perguntas de Reflexão: Como você está aparecendo para as demais pessoas? Você gosta do que faz? O que você poderia fazer melhor ainda para obter mais resultado na sua carreira ou no seu negócio?
Qualidade: Coincidência (ou não), a também britânica Adelle se notabilizou pela sua qualidade musical desde o primeiro álbum lançado no ano de 2011 onde suas músicas exprimiam uma explosão de sentimentos, porém, com uma sequência muito bem pensada e inteligente, tendo se cercado de produtores de primeiríssima qualidade. Lição: Não basta fazer só por fazer!

Perguntas de Reflexão: Como a qualidade do seu trabalho é percebida pelos seus clientes ou mesmo pelo seu empregador? O que está bom? O que precisa ser melhorado? Quais os fatores críticos que asseguram a qualidade do seu produto ou serviço?

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Desistir não é a melhor saída

Dar certo na vida já é por si só um grande desafio, quando se fala em superar obstáculos, dificuldades e armadilhas pelo meio do caminho, o esforço deve ser redobrado e as vezes, parece que nossas forças se esvaem com tamanho empenho, é aí que precisamos exercitar a principal máquina, que faz tudo acontecer e que pode fazer tudo acabar: O cérebro!

Tudo o que queremos realizar na vida começa com um sonho, uma ideia, mas é abstrato e parece muito distante de se conquistar até que passamos para uma segunda fase: o planejamento. Ao rabiscar essa ideia começamos a tangibilizar e dar forma ao que antes era só uma imagem, linda, porém, frágil e inconsistente.

Após desenhar o projeto, vem o terceiro desafio: colocar em prática as ações definidas passo-a-passo, é aí que começam as dificuldades, porque nos planos, tudo ocorre maravilhosamente bem, tudo dá certo, tudo é possível, nada pode dar errado, até ser colocado em prática, é quando nos deparamos com as incontáveis dificuldades e obstáculos.

É nesse momento que precisamos ter muito equilíbrio e cuidar principalmente da saúde física, espiritual (não me refiro necessariamente a uma religião) e emocional, pois uma mente enfraquecida é uma porta aberta para ideias derrotistas, como: o medo, sobretudo da crítica e da rejeição; o sentimento de culpa; crenças limitantes, como: eu não posso, eu não nasci pra isso, eu não merecia passar por isso, eu sou um fracasso mesmo; e toda sorte de ideias que podem colocar em risco o seu projeto.

Diante desse cenário interno, vem um forte desejo de jogar tudo pro alto, de abandonar um sonho e fazer qualquer outra coisa, só que ao fazer isso, alivia-se a dor, porém, corre-se o risco de cair num vazio existencial por não estar fazendo algo do qual realmente acredite, ame e que, certamente, agregaria valor a humanidade preenchendo sua vida de significado.

Entenda por significado, tudo aquilo que agrega valor substancial a sua vida, para encontra-lo, responda as seguintes perguntas, inicialmente para você mesmo, em seguida, pode escrever ou, caso se sinta mais a vontade, compartilhe com alguém que você ame e confie:

1)Qual a sua visão de futuro? (Evite frases prontas e de efeito, não queira impressionar ninguém, apenas feche os olhos e descreva como você estará vivendo pelos próximos um, cinco e dez anos).

2)Em quem você pretende se tornar? Como você quer ser reconhecido pelas pessoas mais próximas na família, no trabalho, na sociedade?

3)O que você está fazendo hoje para se tornar quem você deseja ser no futuro? Suas ações estão alinhadas com a pessoa que pretende ser no futuro?

4)Que legado você estará deixando para as futuras gerações?

5)Como você será lembrado quando você não estiver mais por aqui? O que dirão a respeito da sua postura ante os desafios?

Toda grande realização vem precedida de muita dificuldade, de muito erro, de muitos pequenos fracassos, mas desistir seria a melhor alternativa? Desistir de um sonho não é certo, não é justo, não é divino, seria talvez o caminho mais fácil para evitar a dor, só não podemos esquecer que ela vai nos acompanhar de qualquer maneira, seja para a vitória, seja para a derrota, não importa. A dor faz parte do crescimento!

A grande diferença é que DESISTIR, te conduz a uma dor perene, interminável e incurável, dói na alma, é a dor do arrependimento, da culpa por não ter insistido mais, por não ter andado o quilômetro extra, por não ter ido além. E ninguém merece conviver com esse peso pelo resto da vida!

Diante de tudo o que expus aqui, se eu pudesse dizer humildemente algo relevante pra você, caro leitor, seria: – Por favor, não desista dos seus sonhos, dos seus projetos, da sua vida! Seria uma tragédia pra humanidade. Entenda que sempre tem um caminho, uma alternativa, uma possibilidade diferente!

Veja quantos exemplos e sonhos realizados, que, se fossem desfeitos, seria uma tragédia: Os Beatles não teriam existido, o Cafu não teria sido capitão do Penta, a seleção brasileira de vôley ainda estaria amargando a medalha de prata, a Apple não seria a marca de tecnologia mais valiosa do mercado.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, faça como a, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

HOMEOFFICE – As delícias e os perigos de se trabalhar em casa

Então, você escolheu trabalhar em casa, como muitos profissionais que desejam conciliar a vida pessoal e profissional optam por diversos motivos, sendo, portanto, uma prática bem comum nos dias de hoje, sobretudo quando se trata de conciliar os cuidados do lar e da família com os compromissos profissionais e é aí, que o que deveria ser uma solução se torna um problema, justamente por não conseguir conciliar as duas coisas por pura falta de organização e controle.

 

Sobre esse assunto, imagino que você já deve ter ouvido muitos autores dizerem que é preciso separar o ambiente profissional do pessoal, inclusive, que a pessoa “finja”que não está em casa, pois está no horário do trabalho. Então, realiza a seguinte cena: Você trabalha em casa e tem filhos em idade pré-adolescente a quem você não atribui nenhuma responsabilidade, aí, a noite, quando você “deixar o trabalho”, percebe que a casa está um pandemônio, as crianças estão sujas, assistindo desenho na sala e não fizeram o dever de casa o marido (ou a esposa) chegam e reclamam do cenário encontrado e isso lhe deixa ainda mais estressada? Então você se questiona: “Ué, eu deveria deixar de dar atenção ao meu trabalho para cuidar da casa e dos filhos?”, a resposta é mil vezes “- Não, dona Maria!”.

 

A senhora não precisa parar suas atividades profissionais para cuidar dos filhos, mas também a senhora não pode usa-la como desculpa para a sua omissão de mãe (ou de pai) dizendo “- Eu estou chegando agora…”, pois não tem como engolir guela abaixo a ideia de se estar chegando em um lugar de onde fisicamente você nem saíu. É como deixar os filhos largados a própria sorte, onde os mesmos assistem o que querem, bagunçam o que querem, comem o que querem, acessam os sites que querem, passam horas intermináveis na internet e depois diz que não fez nada porque “psicologicamente” (essa é a melhor definição que encontrei) “não estava em casa” e consequentemente, “não tinha tempo?”.

 

Ai, um belo dia, quando você “acorda”, percebe que um filho desenvolveu hábitos estranhos, o outro é completamente indisciplinado e desinteressado, o outro está com algumas amizades meio suspeitas e a “casa” que já estava bagunçada fica num estado caótico, então vem a outra pergunta: Como trabalhar bem com tantos problemas para administrar? E onde fica a ideia de conciliar o tempo para o trabalho, para a casa e para a família meu caro José? (para nao falar só com a dona Maria), pois isso é para todos.

 

Pois bem, lembra daquela estória de que trabalhar em casa é para ter mais qualidade de vida, contudo,  requer uma habilidade para separar o tempo de trabalho profissional das atividades domésticas e da criação dos filhos? Pois eu concordo plenamente! A parte que discordo é quanto a ausência por negligência, por falta de organização pessoal em estabelecer prioridades e, o pior de tudo, por omissão.

 

Então, segue abaixo 7 (sete) dicas para você trabalhar em casa e desfrutar de todo o conforto que o seu lar proporciona, participar ativamente da educação e formação dos filhos e usufruir da companhia do seu bem mais precioso: a sua família!

 

  1. Liste pelo menos 6 (seis) principais atividades profissionais para fazer no dia seguinte;
  2. Ao acordar, defina o que precisa ser feito em casa e distribua tarefas para os pequenos;
  3. Na primeira oportunidade, reuna com a “tropa” delegando as suas respectivas funções, como tudo na vida, se for bem delegado, eles vão até se divertir com isso (no início pode ser que eles achem isso estranho e reclamem bastante, mas depois que perceberem que não dói e que vão se beneficiar com isso, vão até gostar da ideia);
  4. Se algo estiver sujo ou fora do lugar deixe um bilhete gentil para a pessoa indicando o fato e solicitando a sua correção;
  5. Depois, foque tudo o que puder nas suas atividades de trabalho, sobretudo naquelas 6 (seis) listadas no item 1 e evite interrupções;
  6. A cada 2 (duas) horas trabalhadas dê um intervalo de 10 a 15 minutos, aproximadamente. para acompanhar o trabalho da “tropa”. Aprecie e reconheça o que for merecido e oriente corretivamente o que for necessário (jamais faça por eles, apenas oriente!);
  7. E, talvez a mais importante de todas, atenda celular, troque mensagens, e-mails e faça vídeo conferências enquanto estiver no trabalho, mas enquanto estiver com a família, de fato, esteja, procure acompanhar a família nas refeições diárias e outros momentos (sem tecnologia);

 

Importante não esquecer que nós, pais, somos responsáveis por prover o lar, zelar pela sua paz e harmonia e proporcionar o bem estar necessário para um desenvolvimento saudável da nossa prole, mas não podemos esquecer em hipótese alguma que é neste mesmo ambiente, chamado de lar que se formam as personalidades do futuro: os profissionais, os empresários, os políticos e principalmente, os cidadãos. Então, lembre-se: O que se planta hoje, se colhe amanhã, portanto, o que você está plantando hoje em sua casa?

 

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Momprenuer: Coaching para mães empreendedoras

Acordar às 6h da manhã, fazer café, preparar a mesa, acordar os filhos, dar banho e escovar os dentes do filho menor, arruma-lo, checar mochila para conferir todo o material do dia, preparar o lanche das crianças, cozinhar os ovos do maridão (proteína é importante), dar aquele beijo e abraço nele, sair correndo para levar filhos à escola, ligar para a mãe para definir o horário do médico, checar agenda do dia com a sua secretária, responder às inúmeras mensagens de bom dia (enquanto é de manhã cedo) nos grupos de whatsapp, ficar sempre elegante, linda e perfumada, bater a foto do dia para exibir a sua bela maquiagem, postar no instagram (Sem esboçar o menor sinal de ansiedade), uma foto bem ao  estilo “sorria e acene!”, ver rapidamente a notícia do dia para se interar do que tá acontecendo no mundo, postar a frase de efeito no facebook e cuidar para não se atrasar no trabalho, e tudo isso se equilibrando no salto agulha, nossa! Alguém ainda acha que vida de mãe é fácil?

O relato acima, para muitas mulheres, especialmente para as que ainda não são mães, talvez pareça um filme de terror, para muitas mães, pode representar uma ressonância magnética da realidade que vive, mas acredite, está havendo uma revolução silenciosa no mercado que está trasformando essa “suposta realidade” cada vez mais em coisa do passado. São as mompreneurs” (mães empresárias).

Dados de pesquisa realizada para o Fórum empreendedoras acerca das mães, apontam que 58% trabalham em casa; 74% delas acreditam que se dedicam mais aos filhos; 75% dessas mãezinhas sentem-se mais realizadas profissionalmente e 41% das pesquisadas afirmam que escolheram tranformar um antigo hobbie em atividade principal, criando um negócio próprio.

Outros dados são importantes a serem considerados: 81% das mães pesquisadas são casadas; 28% delas têm entre 31 e 35 anos de idade e 73% têm ensino superior ou pós-graduação e o melhor de tudo: Para 45% delas, o ato de empreender, ajudou a reduzir a tal culpa materna e 24% afirmam sentir-se completamente curadas dela.

Pois bem, destaquei algumas perguntinhas poderosas de coaching para mães empreendedoras, mas antes, não custa nada compreender essa expressão tão utilizada atualmente, segundo o wikipédia: Empreendedor é alguém versátil, que consegue reunir recursos financeiros, que possui as habilidades técnicas para saber produzir, organizar as operações internas e realizar as vendas de sua empresa. Então vamos lá:

  • Você já tem um objetivo em mente?

Que tipo de negócio pretende criar? Talvez ajude definindo algo que você goste muito de fazer e que poderá monetizar, como tornar-se uma consultora independente de beleza, por exemplo.

  • Que tal realizar uma análise interna para identificar claramente os seus pontos fortes e os seus pontos fracos para o pretenso negócio?

Essa análise é fundamental para definir ações que venham a minimizar os fatores de interrupção e de autossabotagem que podem colocar em risco todo um negócio promissor.

  • Você conhece bem o mercado que pretende empreender?

Conhecer os seus futuros concorrentes é fundamental para ter uma referência, mapeando o que fazem, como fazem e por que o fazem, procure observar como é o site deles, que tipo de produtos vendem, se existe algum negócio desse tipo perto de onde você mora, quais são seus clientes, bem como, que estratégias utilizam.

 

Bem, tenho plena consciência de que, somente com essas dicas, embora não sirva como uma análise completa , mas a ajudarão numa possível tomada de decisão, seja para abrir um negócio, ou para contribuir para que o seu atual entre nos eixos e tenha melhores resultados. Assim, meu desejo de um FELIZ DIA DAS MÃES para essas mulheres guerreiras que, querem sempre mais da vida e sabem que o lucro é consequência de uma vida produtiva e feliz ao lado de sua família!

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