Siga em frente assim mesmo…

Caro amigo empreendedor, hoje minha conversa é com você, que não foi convidado para ir pro Sal e nem vai tirar férias (quem vai, parabéns! Fez por merecer e também tem o meu respeito), você, também uma pessoa de sucesso, guarde bem essa palavra: SU-CES-SO! Já parou para pensar no preço para chegar lá? Está disposto a pagar? Sim? Então chega mais, vamos conversar:

O sucesso é um lugar doce, agradável e relativamente confortável, no qual você goza de todo o prestígio e respeito, lá, certamente haverão muitas regalias, convites e até estenderão tapete vermelho por onde você for. A questão é o quanto você está disposto, de zero (nem um pouco) a dez (totalmente), a ir até lá? É, meu caro, pergunto isso porque a ideia de sentir-se admirado, querido e respeitado é bastante sedutora, mas não se engane, é um lugar solitário que as fotos no instagram e os posts do facebook não revelam, mesmo assim, leva muitas pessoas a pensarem que você chegou lá de uma hora para outra, tipo: “Dormiu pobre e acordou rico” ou “amanheceu ‘burro’ e anoiteceu inteligente” ou simplesmente que você é um cara de muita sorte que nasceu virado pra lua. Olhando por esse ponto de vista, todos querem estar no seu lugar, fazendo aquilo que você faz, como se não houvesse tido nenhum sacrifício para aprimorar suas habilidades e seus talentos ou você acha mesmo que maestria cai do céu? Então vamos refletir um pouco:

1- Você está consciente de que para alcançar o seu objetivo você vai ter que se sujeitar à dor? Não falo somente da dor no aspecto físico, mas principalmente a dor na alma, como:

Julgamento: Inevitavelmente vão te rotular: o metido; o mal humorado; o sem graça; o certinho; o mala, o autoritário; e tantos outros, mas pior do que todos esses rótulos juntos, é o afastamento de algumas pessoas por não compreenderem bem o seu propósito. Siga em frente assim mesmo!

Rejeição: É possível que alguns velhos amigos e até familiares se reúnam com alguma frequência e “esqueçam” de lhe convidar o que pode ser realmente um lapso ou consequência do julgamento. Isso dói? Sim, muito! Mas siga em frente assim mesmo!

Desprezo: Pode ser que nos momentos de dificuldade você se veja sozinho e procure ajuda, haverão aqueles que lhe estenderão a mão, mas prepare-se para se decepcionar com a outra parte, portanto, reduza ao máximo qualquer expectativa em relação às pessoas, essa é uma tática para minimizar o impacto da frustração e siga em frente assim mesmo!

Desconfiança: Entenda que as cobranças vão chegar, não falo do título do fornecedor apenas, mas a cobrança por resultados principalmente dos familiares, mesmo que nem sempre sejam manifestadas verbalmente, talvez a maioria delas venha disfarçada, veja com naturalidade, mas é bom estar psicologicamente preparado e siga em frente assim mesmo!

2- De que você estaria disposto a abrir mão para se dedicar à realização do seu sonho?

Talvez a dor de nem sempre fazer parte dos grupos com as pessoas mais próximas; as preocupações diárias e a constante vigilância para que tudo saia com qualidade, assim, muitas vezes você se verá obrigado a afastar-se das pessoas que você mais ama. Neste ponto, avalie se realmente vale a pena abrir mão dos amigos e familiares em nome do seu sucesso, que é onde todos querem estar, mas poucos se arriscam ir até lá, pois o trajeto gera dor, aflição, incerteza, mas acredite: você não embarcou nessa viagem à toa e se existe um propósito, todo sacrifício será compensado e tudo valerá a pena, portanto, quando se vir na escuridão, acenda a lanterna da esperança e siga em frente assim mesmo!

É amigo, você que recolhe impostos, que gera emprego, mesmo pagando altos encargos, você, que “mata um tigre por dia” para manter o seu negócio, que faz girar a roda econômica do estado, que contribui para o progresso da nação, mesmo quando o cenário é crítico, você que já estourou todo o limite do seu cartão de crédito e recebe diariamente a “cordial” ligação do seu gerente do banco para lembra-lo do título que está vencendo e ainda luta bravamente para se equilibrar financeiramente buscando proporcionar uma vida digna à sua família e honrar com todos os seus compromissos. Você é um herói e tem todo o meu respeito e admiração! Por fim, entenda que, o que você construiu ninguém pode lhe tirar, então, mude a lente e veja as dificuldades como meros obstáculos a serem superados, divirta-se e siga em frente assim mesmo … sempre em frente!

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

A reforma trabalhista e a desaposentadoria da senhoridade

Não é de agora que me refiro às novas relações de trabalho até então vigentes no Brasil, há 10 anos, quando ainda ministrava aulas de ética empresarial e trabalhista em cursos de graduação, já me referia a uma possível mudança nesse sentido, sobretudo em função dos avanços tecnológicos, do crescimento desordenado e da explosão demográfica nas grandes cidades, do acesso cada vez mais fácil, ágil e barato à informação de ponta, praticamente em tempo real, e lógico, da conectividade das redes sociais, ingredientes estes que, juntos, produziram grandes transformações em todas as formas de relação: familiares, sociais, e claro, trabalhistas, pois impactaram profundamente o regime celetista até então vigente desde os anos 30, uma vitória para a época e um marco para a humanização nas relações de trabalho existentes até então.

Mas como tudo na vida muda, a nossa CLT não poderia ficar imune a essa realidade, vindo a tornar-se um instrumento obsoleto que, se de um lado ajuda, por outro dificulta já que “privilegia” uma parte, mas distorce pontos que já não atendem à realidade atual e, com isso, prejudica a qualidade dos produtos e serviços produzidos e comercializados interna e externamente impactando sobremaneira a nossa economia, assim, lembro que, há mais de 10 anos, as mudanças avançavam, especialmente nas grandes metrópoles ainda timidamente, mas já dava sinais claros de que, do jeito que estava não podia ficar.

Foi então que se deu início a ideia de flexibilização das relações de trabalho apoiadas nos acordos e convenções coletivas que, embora não se sobrepunham à CLT, tinham (têm) força de lei por representarem amplos acordos firmados entre as empresas e os sindicatos representantes das classes trabalhadoras.

Desse modo, horário flexível, trabalhos free lance, temporários e, principalmente o remoto, aquele feito a partir de casa, por exemplo, ganhavam corpo e produziram uma série ganhos secundários como: ajudou a reduzir o caos no trânsito, contribuiu com o meio ambiente, melhorou a qualidade de vida do trabalhador, estimulou a convivência entre pais e filhos que, por conta do cenário caótico, praticamente não existiam e gerou grande economia nas estruturas físicas das companhias, o que refletiu no bolso do trabalhador, já que este passou a economizar tempo de deslocamento e dinheiro com transporte público e combustível.

No entanto, como nem tudo são flores e toda mudança que se preze promove o caos em suas estruturas e com isso, muitas empresas, objetivando resultados imediatos embarcaram nessa onda e adotaram uma espécie de reengenharia meio às avessas e sem muito planejamento, então, começaram a substituir profissionais de carreira de cargos sêniors, demitindo, aposentando ou fazendo-lhes um convite através dos famosos PDVs (Plano de Demissão Voluntária).

Entrava em cena a C Generation (Geração C, de conectada), normalmente jovens nascidos na década de 90, para os quais às vezes a sensação que passa é a de que o mundo gira em torno do ambiente virtual, pois basta um smartphone e uma conexão 4G ou Wi-fi para desempenhar o seu trabalho, exatamente como estou produzindo esse texto agora para você! Trata-se de uma geração antenada com os acontecimentos, têm solução para quase tudo (o que está sob o seu controle), normalmente são ágeis e bastante competitivos, querem resultados imediatos e por isso chegam rapidamente a postos de chefia, no entanto, têm dificuldades para lidar diplomaticamente e encontrar soluções sustentáveis em meio a um cenário de crise e de incertezas que tenham um baixo impacto no caixa e, principalmente, no clima organizacional, lógico, já que tiveram a sorte de nascer num período em que a economia do Brasil estava estabilizada e as condições de vida mais facilitadas, inclusive no tocante à expectativa de vida no Brasil, que aumentou nos últimos anos.

E não é que agora, curiosamente, as empresas estão recorrendo justamente à experiência dos sêniors para aproveitar as competências que faltam em muitos jovens executivos, por conta, não apenas da sua expertise profissional, mas principlamente de suas habilidades comportamentais, vitalidade, disciplina, responsabilidade, maturidade, já que são ávidos por conhecimento, evolução constante, humildade, e principalmente, o foco nos objetivos e resultados e não mais com o mero cumprimento de uma carga horária, ou seja, passaram a ser donos do seu próprio tempo e por isso, preferem trabalhar como prestadores de serviço sem vínculo empregatício.

Bem vindo aos novos tempos!

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

Sente-se Perdido aos 30? Saiba que tem solução…

A leitora Luciana Rabelo do bairro de São Brás, pediu para abordar uma questão muito peculiar que aflige jovens profissionais que chegaram aos 30 e ainda não encontraram o seu caminho, encontram-se em dúvida sobre o que fazer da vida e sentem-se perdidos em meio as mudanças constantes no mercado, em especial no mundo corporativo e muitas vezes se desesperam em meio a tantas possibilidades.

Imagine que você está em uma pizzaria, morrendo de fome e tudo o que você deseja naquele momento, é fazer é fazer a melhor escolha, saciar a sua fome (…de pizza) e ser feliz, coisa muito simples até pedir o cardápio, neste ponto começam os seus problemas: antes mesmo de abri-lo, você já se depara com inúmeras possibilidades, quase 8 páginas com cerca de 18 a 22 opções de pizza disponíveis para você escolher. Você estava certo do que você queria, mas são tantas as opções e combinações de ingredientes, uma mais atraente que a outra e enquanto isso, a fome só aumenta, ainda mais quando você vê o garçom servindo a mesa ao lado com uma pizza suculenta, quentinha e, a julgar pelo sorriso de satisfação daquelas pessoas, deve estar deliciosa! Você então começa a salivar e decide que é hora de resolver a sua vida, chega então uma outra fase neste processo, a dúvida. Você então se pergunta: Puxa, eu estava certo do que eu queria mas e se este outro sabor for melhor do que a que eu queria? E se eu deixar a minha certeza pela outra desconhecida e me decepcionar? Vale a pena arriscar em função do desconhecido? Será que vou me agradar do ingrediente “X”?

Enfim, como se percebe, são inúmeras as possibilidades que enriquecem o seu diálogo interno antes de optar e isso gera incerteza, dúvida diante do desconhecido, ansiedade, desconforto e um certo sofrimento.

Na carreira profissional não é muito diferente, ainda mais nos dias atuais, pois lhe apresentam uma cartela variada de profissões a seguir enquanto você é jovem e você muitas vezes se agarra a uma escolha de momento que, certamente, vai lhe acompanhar para todo o resto da sua vida, certo?

Errado! Pior que ainda tem gente que defende isso. A escolha profissional não requer necessariamente ter que conviver com algo que você não gosta para o resto da sua vida, menos ainda nos dias atuais, onde muitas profissões desaparecem e outras surgem quando e onde você menos espera, como os atendentes de whatsapp por exemplo.

Isso quer dizer que você aos 30 não precisa necessariamente ficar apegado a escolha que você fez há 10 anos, pois o cenário era outro, bem diferente do atual, viver isso é estar condenado a aceitar uma pena perpétua de infelicidade e frustração por uma escolha equivocada, muitas vezes motivada por um impulso momentâneo ou um encantamento e admiração por um modelo bem sucedido, ou mesmo por depositar nessa escolha todas as possibilidades de sucesso, prosperidade e felicidade, aí, quando as coisas não acontecem do jeito que você imaginava, ou quando você é apresentado à parte feia, tosca e chata do trabalho vem a frustração e a infelicidade. E quem disse que os planos não podem ser revistos? Quem disse que projetos não podem ser alterados? E que o caminho não pode ser refeito?

A questão principal agora é mudar o foco e redirecionar o questionamento que, no princípio era externo e depois passou a ser interno, assim, quando se é jovem, as perguntas e a análise está no objeto, ou seja, nas profissões, tipo: O que faz? Como faz? Por que faz? Quais os riscos envolvidos? Principais atribuições …

São inúmeros os questionamentos, mas repare, todos voltados para as questões técnicas e pragmáticas, assim, muitas vezes, a decisão se baseia não naquilo que se deseja para a sua vida, mas naquilo que é teoricamente mais fácil, cômodo e lógico, rentável, entenda-se este último, não apenas no ponto de vista financeiro, porque tudo o que se quer ao escolher uma carreira é ser feliz. Só que aos 30, os questionamentos migram para os aspectos internos: Será que era isso mesmo o que eu queria? O que planejei para a minha vida? O que eu poderia estar fazendo agora?

Enfim, quem disse que você tem que acertar sempre? No entanto, pior do que errar, é insistir em algo que não está lhe fazendo feliz, pois isso irá se refletir nas demais áreas da sua vida e certamente lhe deixarão a um passo da depressão.

Assim, para retomar o caminho rumo a sua felicidade, cabe redirecionar as perguntas, então, ao invés de perguntar sobre a carreira, pergunte a você:

  • O que tem valor na sua vida?
  • O que o faz feliz?
  • Se esta for a única coisa que fizer na vida, isso o deixará feliz? Que coisa seria essa?
  • Qual a vida que você deseja ter?
  • Que atividade profissional o aproxima mais do estilo de vida que você quer para você?
  • Qual a sua principal vocação?
  • O que você reconhece como os seus principais talentos?
  • Que características evidenciam eses talentos?
  • Que contribuição você pretende dar para a sociedade? Porque? De que maneira poderá conseguir isso despendendo o menor esforço?

Desse modo, não saber o que se deseja, aos 30 é mais comum do que se imagina e não é um fato recente, só pra você ter uma ideia de pessoas que não sabiam o que fazer aos 30, como: Harrison Ford, Albert Einstein, Steve Jobs (após ter sido demitido da Apple aos 30) e tantos outros.

Assim, você pode decidir entre ser passageiro e deixar que algum motorista assuma o controle da sua vida levando-o até mesmo onde você não quer ir, ou assumir a direção da sua carreira em suas mãos e trilhar o caminho que o conduz à sua verdadeira felicidade.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, faça como a Luciana Rabelo de São Brás, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

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Você busca estabilidade? Então leia isso…

Certa vez, eu conversava com o Jaime, um velho amigo, que me disse que queria viajar, que tinha vontade de conhecer Londres.

Perguntei: Nossa, que bacana! E o que você precisa pra tornar esse sonho realidade? 

Jaime: Preciso primeiro ter estabilidade!

Pensei:“Hum! É mesmo é?!”. Então o indaguei: - E você conhece alguém 100% estável? O que você entende por estabilidade?

E você leitor, já ouviu alguém dizer isso em algum momento da vida? Normalmente essas pessoas não realizam coisas que pra elas seriam importantes pelo simples fato de adiarem para quando alcançarem a tal “estabilidade financeira”, mas na atual circunstância, quem pode se definir estável?

Isso me lembra um autor norte-americano chamado Timothy Ferriss, que criou uma classificação para denominar um novo estilo de vida que ele chamou de Novos Ricos (NRs), mas quem são? O que fazem? Como se comportam?

Os NRs são jovens empresários e homens de negócios, cuja ideologia é viver a vida enquanto tem saúde, vitalidade e disposição, eles não querem viver uma vida contribuindo para uma previdência para usufruir de uma aposentadoria gastando uma vida inteira de trabalho com plano de saúde, medicamentos e assistência funerária. Eles não têm o propósito de acumular patrimônio ou ter uma conta bancária recheada, mas nem por isso são inconsequentes ou irresponsáveis, eles têm plano de previdência privada, investem parcela do que ganham, acumulam uma reserva financeira como medida de segurança.
Esses NRs tocam seus negócios virtualmente, quando vão ao escritório, trabalham focados para fazer aquilo que precisa ser feito dentro de um espaço de tempo por eles definido, logo, são muito organizados e evitam interrupções, sobretudo, as desnecessárias,assim, sobra tempo para fazer aquilo que mais importa: Viver!
Desse modo, passam a maior parte do tempo em viagens, hospedam-se nos melhores hotéis, alimentam-se em bons restaurantes e divertem-se da maneira que melhor lhes convém.

Você deve estar se perguntando: - E o que eu tenho a ver com isso?

Ora, lembra da conversa com o Jaime no início desse artigo? Então, ao invés de focar em uma estabilidade financeira,  por que não planejar a sua felicidade? Quer conhecer Londres ou qualquer outro país, cidade ou estado? Quer cursar uma faculdade? Comprar um carro? Comemorar o aniversário de alguém da família? Siga o plano:

  • Defina o objetivo a ser atingido de maneira bem específica;
  • Faça um orçamento dos custos implicados na realização desse objetivo;
  • Estabeleça as ações necessárias para realizar esse projeto;
  • Aja para realizar!
  • Avalie cada passo dado e seus resultados, só assim é possível saber se você está no curso certo do objetivo ou não;
  • Caso perceba que não está seguindo o caminho que o levaria em direção ao seu objetivo, reavalie e mude o que for necessário.

No mais, pergunte-se: vale mesmo a pena abrir mão de fazer as coisas que você deseja para usufruir quando não mais tiver saúde nem disposição gastando com plano de saúde e medicamentos? você tem um projeto e quer realizá-lo, porque você vai cruzar os braços e esperar ou mesmo, por que você vai trabalhar, desesperadamente, por uma  “suposta” estabilidade, que muitas vezes pode ser o melhor disfarce para uma auto-sabotagem?
Então, aja agora, trabalhe duro para realizar os seus sonhos agora, pare de perder tempo e seja feliz!

 

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esses e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: nelsonvieira@cibracoaching.com.br

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Nelson Vieira
Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior
pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)