10 Hábitos das pessoas altamente comprometidas

É, não tem jeito, sempre que converso com empresários ou com executivos acerca do que desejam para suas empresas, é inevitável, a resposta quase sempre é a mesma: “- Ah! Se eu tivesse pessoas mais comprometidas!”, e isso se repete em diversos setores da sociedade: em casa, na escola, nos setores públicos, dentre outros. No entanto, o que entendemos por comprometimento?

Para responder a essa questão, reuni aqui algumas características dessas pessoas que fazem a diferença em suas atividades:

1-Planejam o dia seguinte antes de irem dormir: Essas pessoas sempre têm um objetivo em mente e focam toda a sua energia nele, por isso definem ações importantes a serem realizadas no dia seguinte antes de dormir e não descansam enquanto não as tiverem concluído.

2-Fazem uma coisa de cada vez: Evitam fazer várias coisas simultaneamente, principalmente se forem desconexas e divergentes de seu objetivo principal, ao realizar várias atividades simultaneamente, correm o sério risco de perder o foco principal e assim, fracassar.

3-Dedicam total atenção aos detalhes: Trabalham entregando o seu melhor, sempre, pois como dizem: “Deus está presente nos detalhes”, então, o fazem com esmero, prestam atenção em absolutamente tudo e jamais deixam um trabalho pela metade, sempre terminam tudo o que começam.

4-Sempre focam na solução: Apresentam soluções e quando não as têm, vão atrás, não perdem tempo potencializando os problemas, pois sabem que isso só atrai mais problemas e não desistem facilmente, aliás, não descansam enquanto não os resolvem.

5-Cumprem prazos e jamais se limitam por qualquer motivo: Os prazos são sagrados para pessoas comprometidas, isso faz com que se esforcem muito para cumpri-los e quando não sabem algo perguntam e demonstram sempre muita vontade de aprender, dedicando-se bastante até dominar aquilo que não sabem.

6-Exercitam a sua criatividade: Sabem que não existe nada tão bom que não possa ser melhorado, por isso lançam mão de um bloco de anotações sempre por perto, para escrever suas ideias, desenhar fluxos, criar novos processos e outros.

7-Focam no positivo: Não vivem dando desculpas por seus atos, nem procuram culpados pelos erros cometidos, tampouco vivem reclamando da vida e falando mal das pessoas, pelo contrário, agem para modificar a realidade.

8-Fazem exercícios físicos e meditação diária: Normalmente, acordam cedo e praticam exercícios como corrida, musculação, caminhada ou outras modalidades esportivas e fazem uma meditação diária refletindo sobre os desafios a serem superados naquele dia, bem como sobre as atividades necessárias e também sobre o seu comportamento e suas emoções pessoais de maneira a restaurar o equilíbrio e o autocontrole.

9-Cultivam um hobbie e curtem a família e os amigos de forma saudável: Trabalhar é importante, no entanto, ter uma atividade como distração, é fundamental para restaurar as energias e se divertir, pois assim, o cérebro produz a serotonina, um neurotransmissor necessário para dar uma sensação de prazer e bem estar e, com isso, evita o aumento do stress, que os impediria de raciocinarem e consequentemente tomarem as melhores decisões. Além disso, passar um tempo de qualidade com a família e amigos também é fundamental, pois ajuda dando uma sensação de paz e segurança, não é à toa que é chamada de “porto-seguro”.

10-Desenvolvem a empatia: Procuram sempre colocar-se no lugar das outras pessoas, sentir o que os outros sentem e estão sempre prontos a colaborar com os demais, participando e dando ideias. Enfim, uma pessoa comprometida é alguém com quem as pessoas podem contar.

Por fim, esses são alguns hábitos importantes desenvolvidos por pessoas altamente comprometidas e que fazem uma grande diferença em seus resultados, não apenas no dia-a-dia, mas sobretudo, no alcance de suas metas e objetivos pessoais, profissionais, corporativos e organizacionais.

E você? Deseja melhorar a sua performance também? A lista acima pode funcionar como um poderoso check list para o desenvolvimento de novos hábitos e alcance de resultados surpreendentes. Experimente, faça diferente, tenho certeza que você irá se surpreender com os seus novos resultados.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Coaching para profissionais de educação física

Um nicho de coaching que está em crescimento acentuado no Brasil é o que cuida dos aspectos comportamentais ligados à prática de esportes, tanto os de alta-performance quanto aqueles voltados para fitness (qualidade de vida). Os de alta-performance normalmente são aqueles trabalhos de longo prazo que ajudam o atleta a obter performance competitiva em uma determinada modalidade, ao passo em que aqueles voltados para as pessoas comuns como eu e, provavelmente, você que me lê, têm um foco na melhoria da qualidade de vida.

Hoje vejo muitos profissionais da área que conhecem muito acerca da fisiologia, da mecânica dos exercícios, coordenação motora, desenham programas de exercícios personalizados, mas encontram uma grande dificuldade para trabalhar o engajamento do atleta de um modo geral. Estou convencido que tudo parte do cérebro, inclusive o nosso interesse em realizar as coisas, ainda que seja para o nosso bem viver, como a prática de esportes por exemplo.

Para muitas pessoas, talvez, seja muito mais fácil se comprometerem com terceiros do que consigo, uma vez que, pela nossa grande habilidade de arrumar desculpas para quase tudo, nosso cérebro acaba nos ludibriando, uma vez que olhamos para as nossas falhas com condescendência, ou seja, nós as aceitamos e com isso nos auto-sabotamos em vários aspectos que vão desde a alimentação, descanso até a disciplina para manter a regularidade nos treinos. É aí que entra a importância de um professor de educação física, preparador físico, personal trainer e demais profissionais ligados à prática esportiva como: médicos, nutricionistas, fisioterapeutas de terem uma abordagem diferente que motive e engaje, no caso, o coaching.

Mas porque a abordagem do coaching não diretiva é importante para profissionais da prática de esporte?

1-Definição de objetivos: Só fazer a avaliação física e colocar como objetivo hipertrofia ou perda de peso ou afins não é suficiente, até porque o objetivo não pode ser algo comum para pessoas diferentes, pelo contrário, ele é muito específico e por conta disso é importante personalizar ao máximo para definir em quanto tempo aquele aluno deve alcançar um objetivo mantendo a regularidade, lógico. As pessoas estão sedentas por resultados e querem que sejam imediatos, e essa expectativa acaba gerando uma ansiedade muito grande, seguida de uma frustração e por conseguinte, acabam levando ao alto índice de evasão nas academias.

2-Acompanhamento sistemático: Quando se tem objetivos claros, definidos e muito bem quantificados, fica fácil realizar um acompanhamento sistemático do atleta a cada treino ou a cada semana para avaliar o seu rendimento e isso permite possíveis mudanças de rota e/ou realinhamento desses objetivos em função do que é possível obter como estado desejado dentro de um espaço de tempo.

3-Traçar estratégia: Lógico que o profissional vai desenvolver um programa que deve ser seguido pelo atleta, só que muitas vezes o mesmo não se adapta a algum equipamento ou exercício e nem sempre comunica o instrutor, isso acaba por prejudicar os resultados e o empenho do mesmo pode decair pela simples falta de adaptação levando-o até a um “over training” (fadiga por excesso de esforço ao treino). Assim, é fundamental acompanhar o atleta ou aluno sistematicamente para avaliar a eficácia do programa e redefinir um exercício substitutivo, uma mudança de carga ou mesmo no número de série quando a ocasião assim o pedir já que cada atleta (aluno) tem ritmo e resistência próprios. Certamente essa prática contribuirá sobremaneira para a motivação e empenho do indivíduo.

4-Engajamento: Importante compreender por que o indivíduo treina, o que isso significa exatamente para ele? O que o motiva? O que o sabota? Nesse sentido, é importante compreender que normalmente a pessoa se motiva pelo prazer (longevidade, saúde, estética, vaidade, relacionamentos interpessoais durante o treino, dentre outros) e se sabota pela dor (resultado lento, muito esforço, dores pelo corpo, cansaço, stress) no entanto, ele pode perfeitamente se motivar pela dor (desafio, raiva, superação, alívio de tensão psicológica, dentre outras)e se sabotar pelo prazer (conforto do sofá, controle remoto da TV, lazer e diversão, alimentação desregrada, bebida alcóolica em excesso).

Por fim, compreender a parte técnica do trabalho é um importante atributo para se ter sucesso profissional, mas não é garantia de resultados práticos, pois estamos falando de seres humanos, assim, quanto mais o profissional de educação física ou os demais conseguirem acessar a cabeça e os sentimentos do atleta (aluno), mais conseguirão extrair o melhor do seu desempenho e com isso, obterão melhores resultados.

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10 situações decisivas que o coaching pode lhe auxiliar

Muitas pessoas me perguntam, ainda hoje, em que situações devem procurar um coach profissional, enfim, por ser bastante genérica, acaba sendo uma resposta muito difícil, no entanto, elenquei aqui as 10 Mais – dez situações em que as pessoas mais têm procurado os processos de coaching profissional, vamos a eles:

1-Mudança de emprego ou de função exercida: Pessoas que procuram um novo emprego, desejam empreender ou estão confusos sobre que decisão tomar, se submetem a um processo de coaching para ter maior clareza do seu papel (seus talentos, suas principais habilidades), quais deles devem ser potencializados e quais precisam ser desenvolvidos e traçar um plano de acompanhamento.

2-Desmotivação: Quando deixamos de perceber resultado prático naquilo que fazemos ou quando estamos entediados pela rotina diária, é perfeitamente natural sentirmos um certo desânimo, nesse ponto o coach auxilia no resgate do propósito e da autoestima com pequenas ações semanais, até a pessoa começar a perceber novamente os resultados.

3-Melhoria de desempenho e produtividade: Num processo de coaching avaliamos os resultados produzidos atualmente, identificamos o objetivo a ser atingido, auxiliamos na produção de um plano para acompanhamento sistemático e estimulamos o cliente a entrar em ação diariamente sempre visando o seu resultado.

4-Desejo por uma promoção dentro da empresa: Nesse caso é importante que o coach tenha alguma vivência com corporações, preferencialmente na área de RH, pois ele vai precisar conhecer o plano de carreira da empresa, bem como os requisitos e a descrição do cargo pleiteado pelo cliente para apoia-lo em sua preparação para o novo cargo, além, lógico, de auxiliá-lo no alcance de metas, caso tenha um desafio proposto.

5-Desenvolvimento pessoal: O coaching é indicado também para pessoas que desejam melhoria comportamental em situações específicas, como: Planejar férias com a família, atividades de lazer com os filhos, programas de casal, organização pessoal, educação dos filhos, planejamento pessoal, qualidade de vida e gestão do tempo.

6-Desenvolvimento de liderança e equipes: O treino de habilidades de liderança com técnicas de intervenção são fundamentais para a regência de uma equipe, assim como conhecer o perfil comportamental dominante para adequar o estilo de comunicação a cada liderado de maneira a gerar propósito, desenvolver o espírito coparticipativo e proporcionar uma visão mais global para a geração de resultados efetivos para o time.

7-Mudança ou criação do próprio negócio: Nesse caso, é necessário que o coach, não apenas conheça, mas seja familiarizado com empresas, negócios, mercado e empreendedorismo, pois ele auxiliará o cliente a avaliar o retorno de um determinado investimento dentro de um período específico de tempo ou mesmo definir um bom plano de negócios para uma melhor gestão estratégica da sua empresa.

8-Melhoria nos relacionamentos amorosos ou sociais: Acredite, há muitas pessoas com dificuldade de relacionamento por motivos diversos, por isso existe coaching para manutenção do relacionamento de casal, bem como, relações sociais num contexto mais amplo e genérico, desde que bem especificado no processo. Neste caso, o profissional coach deve avaliar a necessidade de trabalhar o programa associado a um psicólogo clínico para possíveis casos de traumas ou fobias sociais.

9-Maior controle da vida financeira: O coach também auxilia as pessoas na organização das finanças pessoais, avaliando o enxugamento de despesas e definindo ações para aumentar a receita e assim obter o controle financeiro para a realização de sonhos a curto, médio e longo prazos.

10-Auxílio no processo de emagrecimento: Pessoas que querem obter maior qualidade de vida eliminando alguns quilinhos extras também se vale do coaching, que pode ser um personal trainer ou mesmo um nutricionista, de qualquer forma, esse é um processo que envolve um trabalho interdisciplinar para que o cliente alcance o seu objetivo com saúde e qualidade.

Espero ter contribuído para que você tenha maior clareza sobre os processos de coaching, como você pode perceber, ele pode lhe auxiliar em todas as áreas e de diversas maneiras, no entanto, é preciso escolher bem o profissional, identificando claramente quais são as suas maiores habilidades e limitações, bem como sua trajetória, desde a sua formação (talvez até antes) e este profissional, por sua vez, deve estar consciente da sua competência, vindo a atuar com ética, transparência e responsabilidade.

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Construindo uma relação de confiança

– Hei você, não entre na minha loja! Nem mais um passo, ponha-se já daqui para fora, você e essa sua “empresinha” que você representa!

O sujeito então, sem nem saber de onde vinham os gritos, menos ainda se eram para si, deu imediatamente a meia volta, retornando para o veículo da empresa, antes, porém, de entrar no veículo, olhou em volta e não viu ninguém ao seu redor constatando que aquela ordem era mesmo para ele, o único sujeito uniformizado dirigindo um carro todo adesivado. Sem sequer saber do que se tratava, abriu a porta do veículo (lógico, melhor não arriscar), e antes de entrar, num súbito de inspiração e coragem, estufou o peito e retrucou esbravejando, ainda que para o além, é claro:

– Tá certo! Eu vou embora sim! Só queria antes lhe dizer que eu concordo com o senhor, essa empresa não é digna de tê-lo como cliente e eu sou solidário com a sua causa, se eu estivesse no seu lugar, estaria me sentindo do mesmo jeito. Eles jamais poderiam fazer o que fizeram, por isso, eu o respeito! Passar bem!

Com as pernas ainda trêmulas, quase sem equilíbrio e ainda meio tonto e meio que sem acreditar no que acabara de fazer, deu um passo para dentro do carro quando foi novamente surpreendido com outro grito, o suficiente para pensar: “Pronto, agora estou morto!”

– Peraí, venha aqui! Entra (Ordenou o sujeito de dentro da loja com quase 1,90m e aproximadamente 200kg, com sua voz grave)
Naquele instante, o lojista bruscamente afastou uma cadeira e pediu para o sujeito franzino sentar-se e então, após utilizar todo o seu repertório de xingamentos à empresa, confidenciou-lhe o ocorrido e o quanto a fábrica o havia prejudicado lhe causando um enorme prejuízo, ao final da conversa, já eram quase “melhores amigos” e até brindaram um vinho juntos!

Pois bem, sabe por que muitas negociações não são firmadas? Por que muitas vendas não são concretizadas? Por que muitas vezes não há um diálogo com a outra pessoa que o conduza a soluções mais simples para problemas complexos? Por que muitos conflitos se instalam mesmo sem percebermos? Fique atento, pois possivelmente faltou desenvolver uma relação de confiança, que passa necessariamente pelo rapport, um termo bastante usado na psicologia que tem origem francesa e se refere a uma técnica utilizada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa de acordo com o site significados.com.br.
O conceito de empatia, por sua vez, se refere à capacidade do indivíduo de se colocar no lugar do outro, saber onde o “calo aperta”, sentir a dor e o desconforto do outro, o que só é possível quando há uma relação de perfeita sintonia entre ambos os envolvidos.

Portanto, o rapport é a espinha dorsal em qualquer relação, onde, uma vez negligenciada, vai comprometer todo o resultado que se espera obter. Para desenvolvê-lo, é necessário acompanhar inicialmente os gestos e os movimentos do seu interlocutor de maneira discreta e comedida, demonstrando certa concordância com seus gestos, sentimentos e palavras ora manifestadas Após, experimente posicionar-se de maneira que intuitivamente “convide” o seu interlocutor a acompanha-lo. A partir desse ponto, o processo flui naturalmente, ou seja, se você tocar o queixo, é provável que o outro também o faça, ao cruzar as pernas ou os braços, possivelmente o outro repetirá o gesto. Quando isso ocorre, finalmente você estabeleceu o rapport e está conduzindo a conversa.É um fenômeno conhecido por muitos estudiosos como espelhamento que denota que ambos estão na mesma sintonia.

Observe na imagem registrada durante uma entrevista num programa de TV que concedi essa semana ao apresentador Marcus Valério, sem que percebessemos e repare a sintonia de ambos em termos de postura, inclinação do tronco, posição dos braços, mãos, pernas e outros, além, lógico, da harmonia no diálogo, estamos em perfeita sintonia, logo, as chances de sucesso na relação são maiores. Isso é rapport!

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6 grandes motivos para fazer uma formação em coaching

Muito bem, você deve estar aí se perguntando: Então eu tenho mesmo que fazer uma formação em coaching se eu quiser alcançar meus objetivos? Não! Lógico que não, mas se o fizer, com certeza ajudará e muito a potencializar seus sonhos para que se tornem realidade, pelo simples fato de conhecer técnicas e recursos que o permitirão alterar seu estado de consciência e a sua forma de ver e lidar com as adversidades, identificando possibilidades e fazendo as melhores escolhas. Então, o que impacta em seus resultados nem sempre é algum fator externo, mas um conjunto de crenças limitantes e vozes internas que o impedem de agir positivamente visando alcança-los. Assim, vai aí pelo menos 6 motivos pelos quais você deveria fazer uma formação em coaching:

  • Atingir seus objetivos em um curto espaço de tempo:

As pessoas até têm sonhos, porém, apresentam alguma dificuldade em tangibilizá-los para torna-los concretos e quando o fazem, normalmente não definem uma data limite e com isso, dificulta em estabelecer um nível de comprometimento para alcançá-lo dentro de um prazo definido. A diversão está justamente em estabelecer um objetivo a ser alcançado dentro de um prazo específico como se fosse um jogo em que vamos mudando de fase até realiza-lo.

  • Ajuda a planejar estratégias e soluções práticas para o cotidiano pessoal e profissional:

As pessoas, no geral, até sabem o que devem fazer (pelo menos na grande maioria dos casos, creio), no entanto, se ressentem de uma estratégia adequada que os ajude a colocar em prática suas ações perfeitamente alinhadas com os seus objetivos. Quando não há um planejamento, as pessoas agem intuitivamente e aí, não têm parâmetros para avaliar os resultados e com isso, fica como um barco à deriva em alto-mar, totalmente sem rumo, sem saber se está se aproximando ou se afastando do seu destino, aliás, não sabe nem se já esteve em direção ao mesmo em algum momento por falta de instrumentos adequados.

  • Desenvolve sua autoconfiança, capacidade de planejar e de realizar metas:

Ao conhecer as técnicas e recursos do coaching, bem como, ao desenvolver a sua principal competência nesta profissão – a habilidade de fazer perguntas assertivas – você vai passar a se questionar acerca das suas ações para o alcance dos resultados, isso vai se tornando cada vez mais automático e sem perceber, você estará  obtendo uma performance incrível, e o que é melhor, de maneira autônoma, sem precisar de estímulo ou aprovação externos. Essa autonomia, por si só, aumentará significativamente a sua autoconfiança e a sua autoestima estimulando cada vez mais a sua capacidade de planejar metas e definir ações para superá-las.

  • Potencializa seus talentos e aperfeiçoa competências: 

A medida em que o indivíduo vai entrando em ação, ele aprende a checar cada resultado, assim, se o mesmo foi bom, ele desenvolve recursos para implementar melhorias para obter um resultado melhor ainda da próxima vez, mas se o resultado foi ruim, ele ressignifica, extrai o aprendizado e propõe mudanças no projeto inicial que possibilite obter um resultado diferente. Tudo com técnicas, ferramentas e métodos estruturados, logo, não tem como não desenvolver novas habilidades e competências com o coaching.

  • Aumenta sua produtividade:

Você sabe quanto tempo você desperdiça no ano só com pequenas interrupções? Sabia que na soma, inúmeras pessoas desperdiçam cerca de 15 dias no ano com elas? Muito tempo não é mesmo? Você sabe como você está utilizando o seu tempo de forma a ser produtivo, focado no que é importante e lógico, de maneira a ser feliz? Então, aprenderá recursos que o levarão a comprometer-se com pequenas ações diárias, evitando com isso o stress causado pelo terrível hábito da procrastinação.

  • Desenvolve liderança e profissionais mais eficazes:

À medida em que desenvolve técnicas e recursos de intervenção e aprende a fazer perguntas que levem as pessoas a pensarem, está desenvolvendo a sua habilidade de liderança que o possibilitarão gerar maior nível comprometimento e propósito junto à sua equipe.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

Precisando de um coach? Dica importante para contratar um bom profissional

Muitos executivos me perguntam sobre a necessidade de uma formação em coaching para profissionais, já que, de maneira geral, utilizam-se de técnicas, ainda que intuitivamente para intervir com os seus subordinados, buscando obter um melhor desempenho e, lógico, alcançar resultados surpreendentes em todas as áreas da sua vida.

Ocorre que, muita gente acha que é suficiente definir um objetivo, traçar um  plano de ação que a coisa vai se concretizar, só que tem a parte do colocar o plano em prática e ao entrar em ação nos deparamos com inúmeras situações que fogem ao plano e precisamos constantemente nos adaptar de maneira que possamos seguir adiante no sentido de alcançar os resultados desejados. E é justamente nesse momento que se precisa de um coach. Talvez você se pergunte: Opa, então, mesmo que eu me torne um coach eu continuarei precisando de um outro, é isso mesmo?

Sim! Tal qual um médico, um dentista ou mesmo um psicólogo, um coach também precisa de outro profissional para ajuda-lo a colocar as ideias em ordem, definir metas claras e específicas, planejar os passos e o principal, definir ações diárias simples, porém, substanciais para que ele se aproxime cada dia mais do seu objetivo.

Mas é fácil encontrar um bom coach profissional no mercado?

Curiosamente, hoje em dia, há uma grande e diversificada oferta de profissionais da área de coaching no mercado, cada qual com uma qualificação, com uma abordagem, postura e posicionamento diferenciados, o que é bom por um lado, no entanto, em meio a tantos bons, há alguns (quero acreditar que poucos) que sequer fizeram uma formação adequada e se denominam coaches e basta um pouco de bom senso para que ele o envolva em uma bela linha de argumentação com promessas muitas vezes fantasiosas e o convence pela sua vulnerabilidade.

Como posso me defender desses maus profissionais?

Simples, tornando-se um! Ao fazer uma formação em coaching, você terá acesso aos conceitos, técnicas, modelos, ferramentas e aos 4 Ps do coaching: Os princípios, os pressupostos, os pilares e os propósitos, além de conhecer o código de ética do coach profissional, os principais modelos estruturados de um atendimento, além de técnicas para um acompanhamento sistemático que o possibilite  avaliar se as suas ações o estão aproximando ou afastando do seu estado desejado.

Então como escolher o melhor coach para me atender?

Através de entrevistas, que só pode acontecer à medida em que você conheça bem o que pretende contratar, do contrário continuará suscetível a todo tipo argumentação e promessas sedutoras, porém, pouco práticas e com resultados duvidosos, portanto, é importante compreender qual a sua linha de atuação (se é que tem uma), abordagem técnica, metodologia empregada e suas credenciais como coach profissional.

Aí você me diz que não tem muito tempo a perder, certo? Então lá vai um presente para você iniciar a entrevista e decidir se leva a conversa adiante ou não. Pergunte: – Então, o que você faz? Se a resposta for algo do tipo: – Eu sou “coaching”, educadamente agradeça a visita do “profissional” e vá se despedindo, isso, por si só, vai poupar muito tempo entrevistando um aspirante desqualificado para atendê-lo, pois o sujeito demonstra não ter o menor conhecimento da sua profissão (que é coach), que dirá quando partir para as questões mais complexas, como a metodologia, por exemplo?!

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.