Tromba d’água: O fim do mundo ou um milagre da natureza?

– É isso aí, hoje eu vou chegar na empresa tocando o terror para ver se o pessoal para de fazer besteira! Não suporto trabalhar aqui, só tem bronca para resolver, povo inexperiente, é um erro atrás do outro e eu me sinto como se estivesse enxugando gelo resolvendo as “…” hrum … hrum … vamos manter a compostura, por favor …. resolvendo as … “mer … blemas” que deixam, não tenho outra opção, como responsável técnica tenho que resolver todos os pepinos. Eu hein, só dor de cabeça aqui no trabalho, não vejo a hora de pedir demissão!

– Hei calma aí, relaxa!

– Não tem como!

– Claro que tem, o que você pode fazer para tornar o seu ambiente melhor?

Não são raros encontrar diálogos dessa natureza diariamente em minhas atividades de trabalho, responsabilidade, stress, cobrança por resultados, pressão fazem parte do nosso dia-a-dia como em nenhum outro momento da história foi tão presente para reles mortais como eu, você e centenas de milhares de trabalhadores mundo a fora, é muita gente querendo um lugar ao sol, mas pouca gente realmente disposta a pagar o preço.

Todos querem chegar ao topo, com soluções extremas que simplesmente interrompem o seu processo de desenvolvimento pessoal e profissional, afinal, ninguém se torna um grande líder sem passar pelas tormentas, aliás, o que faz realmente um grande líder são os desafios diários, por isso ele é considerado líder, pois teoricamente é a pessoa mais preparada para lidar com situações difíceis, instáveis e portanto, altamente desafiadoras. Como diz um jargão antigo: “não se fazem grandes marujos em mares calmos”, as tormentas existem justamente para fortalecer e dar a musculatura necessária para enfrentar qualquer tempestade ou tromba d’água.

Muito bem, o fato é que não estamos falando de um ou dois profissionais, estamos falando de milhares de pessoas que todos os dias enfrentam situações difíceis em seus ambientes de trabalho e fazem disso um inferno a ponto de sacrificar a sua saúde, seu bem estar, sua auto-estima, suas interações familiares, sua felicidade! Ora, pare para pensar, existem milhares de desempregados hoje no Brasil, e você não faz parte dessa estatística, bem ou mal você está trabalhando, então vamos lá, para pensar:

1) O que pode ter levado essa empresa a contratá-lo?

Você acredita mesmo que se não fossem pelos problemas o empresário o contrataria? Imagino que não! E eu explico: Hoje todas as classes vivem em uma selva, cada qual procurando defender o que conquistou e em alguns casos, proteger e perpetuar as futuras gerações que dele descendem (seus filhos, netos, bisnetos), então, quanto menos pessoas externas, melhor! Logo, se o trabalho pudesse ser todo operado por máquinas ou robôs, certamente ele o faria, pois elas trabalhariam sem hora para parar, isso já dispensaria escala, relações com sindicatos, livraria das constantes preocupações em relação a legislação trabalhista, despesas com treinamentos técnicos e comportamentais e tempo criativo pensando em campanhas motivacionais para engajar a equipe (que para muitos, motivação é salário em dia e acabou), não precisaria lidar com problemas de ordem sentimental, hormonal, faltas justificadas nem nada.

2) Por que eu?

Mas a realidade não é assim! Logo, se a empresa o contratou e não foi por que ela é “boazinha”, então foi por necessidade e em meio a milhares de outros candidatos você só foi escolhido por ser considerado o melhor dentre todos para aquela função, para lidar com todos aqueles pepinos e encontrar soluções para deixar a empresa melhor do que estava antes de você ser contratado.

3) Com que olhos você percebe a realidade?

Você pode enxergar o seu trabalho e as pessoas que nele se encontram como um problema ou então você pode vê-los como alguém que tem problemas, qual a diferença? Ao ajudar essas pessoas a resolverem os desafios e aprenderem a solucionar as questões de forma autônoma e responsável, vai facilitar muito a sua vida uma vez que não o sobrecarregará com as questões de todos.

4) Como você quer ser reconhecido(a) após essa fase?

Você pode ser reconhecido(a) como alguém que se deparou com os problemas, não se garantiu, foi fraco e abandonou o barco como um covarde, tentando salvar a própria pele ou você pode deixar a empresa melhor do que quando você entrou de forma que todos sintam a sua falta quando você estiver em outro nível mais elevado, portanto, deixo aqui uma pergunta de reflexão: Desistir das situações e problemas que surgem diariamente no trabalho ajudaria em algo?

5) Você já procurou saber qual é o ponto de vista do dono da empresa?

Entender o pensamento do fundador, dono, presidente ou seja lá quem estiver no topo pode ser um excelente ponto de partida para mudar seu ponto de vista mais limitado e encontrar soluções mais pertinentes para esses desafios sem tanto desgaste ou sofrimento. Portanto, é tudo uma questão de escolha pessoal, ver a tromba d’água como uma devastação ou como um lindo fenômeno da natureza que encanta aos olhos.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Responsabilidade social nas empresas: Realidade ou ficção?

É fato, as empresas estão se voltando cada vez mais para projetos sociais, uma vez que investir em Responsabilidade Social agrega valor à imagem institucional, em virtude da reação positiva do mercado, que reflete, por sua vez, em seu resultado financeiro, dado a fatores, como: maior visibilidade e credibilidade no mercado; logo, há uma valorização das suas ações, vindo a obter assim, a preferência dos investidores, o que contribui para o fortalecimento interno da organização, aumento de performance dos colaboradores, tornando a empresa ainda mais competitiva e, consequentemente, ocorre uma maior sustentabilidade nos negócios em virtude da conscientização ecológica dos valores e princípios corporativos mais vitais.

Desse modo, de uma maneira geral, elas têm se voltado para métodos de produção sustentável e para produtos mais “naturais”, agora, a questão é: Até que ponto isso significaria um real respeito ao consumidor e ao meio ambiente ou, como se vê na grande maioria das vezes, trata-se apenas de mais uma jogada de marketing? Creio que uma coisa acaba levando a outra, ou seja, quando a empresa foca na sustentabilidade e propaga isso em sua campanha de marketing, de certa forma, está contribuindo para a educação do consumidor para que este venha a adquirir uma consciência mais ecológica, e por conseguinte, contribuindo para que tenhamos um mundo cada vez melhor. Pelo menos era isso que deveria ocorrer na prática.

A boa notícia, é que o cliente está cada vez mais consciente do seu papel social, e não estamos falando apenas da preservação do meio ambiente ou mesmo da biodiversidade, tais como: coleta seletiva do lixo, projetos de reaproveitamento da água, energia renovável, dentre outros, mas também de seu real papel na sociedade pensando no bem comum, o que envolve: as negociações sustentáveis, o respeito ao código de defesa do consumidor, a qualidade do produto, do atendimento, a ética, refletida através do recolhimento de impostos por meio da emissão de notas fiscais, enfim, todos são, de certa forma, fatores que podem ser levados em consideração no momento de decidir por adquirir produtos ou serviços de uma determinada empresa. Tudo isso torna o consumidor mais exigente a respeito do perfil das mesmas.

Para quem ainda não acordou para essa nova realidade, abra bem os olhos, pois o mercado mudou e ainda está em intenso processo de transformação, portanto, entrar em sintonia com as comunidades e com o meio ambiente está realmente se tornando uma exigência para as empresas e o Brasil, de certa forma, como um país exportador de vários produtos para grandes centros mundiais, deve se adaptar às exigências do mercado internacional no que tange à qualidade, não apenas do produto, mas da sua origem. Como exemplo, podemos destacar o “embargo da carne”ocorrido há aproximadamente 10 anos no qual o Brasil, um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, teve esse produto relacionado ao desmatamento da floresta amazônica, o que levou o governo federal a intervir duramente, para se adaptar a tais exigências, levando alguns estados do norte do país a sofrerem um grande baque econômico na agricultura, na pecuária, no comércio, no serviço e até mesmo no setor público, até que as mesmas fossem cumpridas. E vira e mexe, ainda nos deparamos, aqui e ali, com práticas abusivas, que, creio, o nível de tolerância do consumidor, hoje, é zero! E, portanto, também estão mudando … e muito!

Os funcionários, parceiros e fornecedores também participam dessas mudanças através da educação, pois o que aprendem na empresa, adotam no lar, ensinam os filhos e estes, por sua vez, disseminam na escola, a professora vê então o movimento dos alunos e aborda o assunto “sustentabilidade” em sala de aula para várias turmas, assim, cada aluno volta para casa e aplica os conhecimentos adquiridos e então, forma-se uma corrente invisível pela preservação do meio ambiente, da biodiversidade, das nossas reservas hídricas e criamos assim, a chamada “Geração Z”, com futuros cidadãos mais conscientes de seu papel social, contribuindo para um mundo cada vez melhor, mais abundante e próspero.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Desejos X oportunidades: Saiba com diferenciá-los e alcance seus objetivos

Interessante como as pessoas de uma maneira geral têm dificuldade em distinguir o que é um desejo e uma oportunidade. São coisas completamente distintas, mas podem confundir muito na hora de planejar e levar o projeto a metas surreais porque havia um desejo demasiado, mas sem uma oportunidade em vista, o que leva os planejadores a uma miopia diante da realidade que se apresenta. Para evitar erros dessa natureza, que acontecem com alguma frequência em planejamentos estratégicos, sejam eles corporativos ou pessoais, hoje trouxe alguns exemplos para distiguir uma coisa da outra.

Desejo: São todas as coisas que eu quero realizar, mas que nem sempre estão à minha disposição num dado momento e que acabam se confundindo com sonhos, por exemplo, abrir uma empresa, fazer um curso de idiomas, viajar de férias para a Europa, adquirir uma casa, comprar um carro, tornar-se ator de cinema.

Oportunidade: É tudo aquilo que tem a possibilidade real de se concretizar, bastando portanto, um movimento meu para obter uma chance de realiza-lo, lógico, considerando-se as questões técnicas e financeiras para executá-lo, como os meus desejos, por exemplo, atender a uma proposta de representação comercial de um determinado produto ou serviço (para abrir uma empresa), receber um folder ou uma indicação de um amigo ofertando uma bolsa de 30% para um curso de inglês (para fazer um curso de idiomas, receber uma oferta para integrar um grupo de intercâmbio (para viajar de férias para a Europa), perceber um imóvel adequado e compatível com o meu nível sócio cultural com preço de pré-lançamento (para adquirir uma casa), aproveitar a promoção de uma concessionária pela baixa das vendas no período para fazer um bom negócio (para comprar um carro), estudar dramaturgia e receber uma proposta para realizar um teste para integrar o elenco de um longa-metragem (para tornar-se ator de cinema).

Um desejo (um sonho), originam uma ideia, que, quando entram em planejamento, somados à curiosidade e poder de observação da realidade que o cerca, pode se tornar uma grande oportunidade em termos de empreendedorismo, por exemplo. Detalhe: Quanto mais deficiências existirem em um mercado, maiores são as oportunidades de se empreender algo novo e diferenciado, isso depende muito do ponto de vista de cada pessoa, enquanto uns só enxergam e reclamam das deficiências, outros veem nelas a possibilidade de ganhos extraordinários e lucro.

Agora que sabemos identificar uma oportunidade, como organizar as ideias e evitar possíveis distrações?

1- Faça uma lista de pelo menos 10 desejos que você sonha em realizar:

2- Quais deles tem a possibilidade real de concretizar?

3- Que oportunidades você enxerga para cada um desses desejos com real possibilidade de realização?

4- Quais os possíveis sabotadores ou distrações podem lhe desviar do seu real propósito em aproveitar cada oportunidade?

5- Por que é importante para você realizar esse desejo? Que valores agregarão na sua vida? Que sentimentos experimentará ao realiza-los?

6- Feche os olhos por alguns minutos e visualize-se tendo realizado o seu sonho? Que sensações internas você despertou? Em que parte do corpo você as sente? Que movimentos ou gestos você “fez” ao vibrar com a sua conquista?

7- Agora veja as pessoas em sua volta admirando-o e respeitando-o pela sua conquista como se tivesse alcançado:

8- Agora me diga, o que você aprendeu com o exercício acima? Valeu a pena fazê-lo? Por que? Caso deseje, compartilhe sua resposta comigo pelo e-mail abaixo, ficarei feliz em lhe ajudar;

9- O que você precisa fazer a partir de agora para aproveitar as oportunidades e já ir em direção à realização dos seus objetivos?

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Coaching para profissionais de educação física

Um nicho de coaching que está em crescimento acentuado no Brasil é o que cuida dos aspectos comportamentais ligados à prática de esportes, tanto os de alta-performance quanto aqueles voltados para fitness (qualidade de vida). Os de alta-performance normalmente são aqueles trabalhos de longo prazo que ajudam o atleta a obter performance competitiva em uma determinada modalidade, ao passo em que aqueles voltados para as pessoas comuns como eu e, provavelmente, você que me lê, têm um foco na melhoria da qualidade de vida.

Hoje vejo muitos profissionais da área que conhecem muito acerca da fisiologia, da mecânica dos exercícios, coordenação motora, desenham programas de exercícios personalizados, mas encontram uma grande dificuldade para trabalhar o engajamento do atleta de um modo geral. Estou convencido que tudo parte do cérebro, inclusive o nosso interesse em realizar as coisas, ainda que seja para o nosso bem viver, como a prática de esportes por exemplo.

Para muitas pessoas, talvez, seja muito mais fácil se comprometerem com terceiros do que consigo, uma vez que, pela nossa grande habilidade de arrumar desculpas para quase tudo, nosso cérebro acaba nos ludibriando, uma vez que olhamos para as nossas falhas com condescendência, ou seja, nós as aceitamos e com isso nos auto-sabotamos em vários aspectos que vão desde a alimentação, descanso até a disciplina para manter a regularidade nos treinos. É aí que entra a importância de um professor de educação física, preparador físico, personal trainer e demais profissionais ligados à prática esportiva como: médicos, nutricionistas, fisioterapeutas de terem uma abordagem diferente que motive e engaje, no caso, o coaching.

Mas porque a abordagem do coaching não diretiva é importante para profissionais da prática de esporte?

1-Definição de objetivos: Só fazer a avaliação física e colocar como objetivo hipertrofia ou perda de peso ou afins não é suficiente, até porque o objetivo não pode ser algo comum para pessoas diferentes, pelo contrário, ele é muito específico e por conta disso é importante personalizar ao máximo para definir em quanto tempo aquele aluno deve alcançar um objetivo mantendo a regularidade, lógico. As pessoas estão sedentas por resultados e querem que sejam imediatos, e essa expectativa acaba gerando uma ansiedade muito grande, seguida de uma frustração e por conseguinte, acabam levando ao alto índice de evasão nas academias.

2-Acompanhamento sistemático: Quando se tem objetivos claros, definidos e muito bem quantificados, fica fácil realizar um acompanhamento sistemático do atleta a cada treino ou a cada semana para avaliar o seu rendimento e isso permite possíveis mudanças de rota e/ou realinhamento desses objetivos em função do que é possível obter como estado desejado dentro de um espaço de tempo.

3-Traçar estratégia: Lógico que o profissional vai desenvolver um programa que deve ser seguido pelo atleta, só que muitas vezes o mesmo não se adapta a algum equipamento ou exercício e nem sempre comunica o instrutor, isso acaba por prejudicar os resultados e o empenho do mesmo pode decair pela simples falta de adaptação levando-o até a um “over training” (fadiga por excesso de esforço ao treino). Assim, é fundamental acompanhar o atleta ou aluno sistematicamente para avaliar a eficácia do programa e redefinir um exercício substitutivo, uma mudança de carga ou mesmo no número de série quando a ocasião assim o pedir já que cada atleta (aluno) tem ritmo e resistência próprios. Certamente essa prática contribuirá sobremaneira para a motivação e empenho do indivíduo.

4-Engajamento: Importante compreender por que o indivíduo treina, o que isso significa exatamente para ele? O que o motiva? O que o sabota? Nesse sentido, é importante compreender que normalmente a pessoa se motiva pelo prazer (longevidade, saúde, estética, vaidade, relacionamentos interpessoais durante o treino, dentre outros) e se sabota pela dor (resultado lento, muito esforço, dores pelo corpo, cansaço, stress) no entanto, ele pode perfeitamente se motivar pela dor (desafio, raiva, superação, alívio de tensão psicológica, dentre outras)e se sabotar pelo prazer (conforto do sofá, controle remoto da TV, lazer e diversão, alimentação desregrada, bebida alcóolica em excesso).

Por fim, compreender a parte técnica do trabalho é um importante atributo para se ter sucesso profissional, mas não é garantia de resultados práticos, pois estamos falando de seres humanos, assim, quanto mais o profissional de educação física ou os demais conseguirem acessar a cabeça e os sentimentos do atleta (aluno), mais conseguirão extrair o melhor do seu desempenho e com isso, obterão melhores resultados.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Para ser aprovado em um concurso público: Como controlar a ansiedade e melhorar a concentração

Ser aprovado em um concurso público é muito mais do que um sonho para muitas pessoas, é uma realização de vida e isso gera expectativas, ou seja, é uma profecia que pode perfeitamente ser realizada, sobretudo quando diz respeito ao próprio indivíduo, que quando despertada é possível que se torne auto-realizável, porém, no caso de um concurso público, essa expectativa pela aprovação não depende exclusivamente do candidato, uma vez que ele tem que dar conta de inúmeras variáveis sobre as quais ele não exerce o menor controle, como: Lançamento do edital, quantidade de candidatos disputando uma vaga, qualidade de preparação dos concorrentes, e outras.

Tudo isso gera ansiedade, assim, para minimizar a sua ansiedade, divida sua preparação em dois níveis: Intelectual e emocional.

Preparação Intelectual:
A primeira coisa que deve ser feita é eliminar da sua mente todas as coisas (obstáculos) sobre as quais ele não tem controle e focar somente naquilo que ele tem pleno controle, como: definir uma rotina sistemática de estudos para que ele possa se dedicar o máximo possível a aprender durante o período de preparação ao invés de apenas ler aleatoriamente e sem a devida preocupação com a qualidade. Esse horário deve ser dividido entre todas as disciplinas, sobretudo, aquelas mais difíceis, as que o candidato menos gosta, pois é por essas que ele deve se apaixonar, uma vez que elas poderão elevar o seu nível de classificação durante o concurso, pois aquelas disciplinas que ele já domina, têm uma margem de acerto, portanto, a preocupação maior deve estar em melhorar a sua performance naquelas disciplinas onde ele, geralmente, não está tão bem assim.

Desse modo, ao se preparar, aparecerão inúmeras outras variáveis que poderão afetar o seu rendimento nos estudos, que eu chamo aqui de interferências externas como: a pressão da família, da esposa, dos amigos, dos grupos dos quais a pessoa faça parte, e detalhe, é um tipo de pressão não apenas pela sua preparação, mas pela sua participação nos eventos organizados por esses grupos e paradoxalmente, uma cobrança velada por uma renda mensal, estabilidade, posicionamento social, crescimento profissional, bem como, pelas diversas coisas que provavelmente ele terá que abrir mão enquanto se prepara para a prova, além das pessoas que torcem contra, da competitividade, dentre outras questões.

No entanto os fatores mais críticos para o sucesso estão no domínio dos fatores de interferência internos, como: os nossos medos, a nossa ansiedade, prepotência, arrogância, assim como a nossa certeza ou incerteza absoluta das coisas. Isso tudo habita dentro de cada um de nós, portanto, é importante nos conhecermos para explorar o máximo do nosso potencial minimizando esse fatores de interferência através de uma preparação emocional.

Preparação emocional:
Quando você está em um estado de atenção muito grande, por conta da sua expectativa em relação a sua aprovação, é óbvio que você foque no futuro e isso pode gerar mais ansiedade. Assim, para minimizar esses efeitos negativos, utilize a visualização, uma técnica que uso muito com os meus clientes:

Foque sua atenção em algo que ainda não aconteceu e visualize as coisas como se já tivessem acontecido, esta técnica é poderosíssima, desde que utilizada com o foco no positivo. Veja-se comemorando a sua aprovação, sendo chamado, sinta a alegria dos seus familiares e daqueles que você mais ama e quer bem, sinta tudo isso agora.

Evite se ver no futuro, inseguro, ansioso, nervoso, ou mesmo que não sabe o suficiente sobre uma determinada disciplina, pois isso vai gerar no momento presente a ansiedade, o que por sua vez vai se refletir em toda a sua fisiologia, já que haverá uma aceleração dos batimentos cardíacos, dilatação da pupila, respiração ofegante, sudorese, estado corporal tenso e em constante alerta, levando-o a um terrível mal-estar que prejudicará a sua concentração durante os estudos. E essas reações fisiológicas ocorrerão durante a prova tirando o seu foco do momento presente levando-o a errar questões que ele normalmente não erraria, inclusive aquelas que apresentava pleno domínio.

Importante: A visualização também é um treino, portanto, não adianta fazer apenas uma vez na véspera da prova, faça pelo menos 5 minutos diários de visualização, pois assim, você estará condicionando o seu cérebro a produzir serotonina (hormônio que dá uma sensação de bem estar). Quanto antes você começar mais preparado emocionalmente você estará no dia da prova, então, feche os olhos e comece a construção do futuro que você quer para você, como se já o tivesse alcançado. Sucesso e até a próxima.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

10 situações decisivas que o coaching pode lhe auxiliar

Muitas pessoas me perguntam, ainda hoje, em que situações devem procurar um coach profissional, enfim, por ser bastante genérica, acaba sendo uma resposta muito difícil, no entanto, elenquei aqui as 10 Mais – dez situações em que as pessoas mais têm procurado os processos de coaching profissional, vamos a eles:

1-Mudança de emprego ou de função exercida: Pessoas que procuram um novo emprego, desejam empreender ou estão confusos sobre que decisão tomar, se submetem a um processo de coaching para ter maior clareza do seu papel (seus talentos, suas principais habilidades), quais deles devem ser potencializados e quais precisam ser desenvolvidos e traçar um plano de acompanhamento.

2-Desmotivação: Quando deixamos de perceber resultado prático naquilo que fazemos ou quando estamos entediados pela rotina diária, é perfeitamente natural sentirmos um certo desânimo, nesse ponto o coach auxilia no resgate do propósito e da autoestima com pequenas ações semanais, até a pessoa começar a perceber novamente os resultados.

3-Melhoria de desempenho e produtividade: Num processo de coaching avaliamos os resultados produzidos atualmente, identificamos o objetivo a ser atingido, auxiliamos na produção de um plano para acompanhamento sistemático e estimulamos o cliente a entrar em ação diariamente sempre visando o seu resultado.

4-Desejo por uma promoção dentro da empresa: Nesse caso é importante que o coach tenha alguma vivência com corporações, preferencialmente na área de RH, pois ele vai precisar conhecer o plano de carreira da empresa, bem como os requisitos e a descrição do cargo pleiteado pelo cliente para apoia-lo em sua preparação para o novo cargo, além, lógico, de auxiliá-lo no alcance de metas, caso tenha um desafio proposto.

5-Desenvolvimento pessoal: O coaching é indicado também para pessoas que desejam melhoria comportamental em situações específicas, como: Planejar férias com a família, atividades de lazer com os filhos, programas de casal, organização pessoal, educação dos filhos, planejamento pessoal, qualidade de vida e gestão do tempo.

6-Desenvolvimento de liderança e equipes: O treino de habilidades de liderança com técnicas de intervenção são fundamentais para a regência de uma equipe, assim como conhecer o perfil comportamental dominante para adequar o estilo de comunicação a cada liderado de maneira a gerar propósito, desenvolver o espírito coparticipativo e proporcionar uma visão mais global para a geração de resultados efetivos para o time.

7-Mudança ou criação do próprio negócio: Nesse caso, é necessário que o coach, não apenas conheça, mas seja familiarizado com empresas, negócios, mercado e empreendedorismo, pois ele auxiliará o cliente a avaliar o retorno de um determinado investimento dentro de um período específico de tempo ou mesmo definir um bom plano de negócios para uma melhor gestão estratégica da sua empresa.

8-Melhoria nos relacionamentos amorosos ou sociais: Acredite, há muitas pessoas com dificuldade de relacionamento por motivos diversos, por isso existe coaching para manutenção do relacionamento de casal, bem como, relações sociais num contexto mais amplo e genérico, desde que bem especificado no processo. Neste caso, o profissional coach deve avaliar a necessidade de trabalhar o programa associado a um psicólogo clínico para possíveis casos de traumas ou fobias sociais.

9-Maior controle da vida financeira: O coach também auxilia as pessoas na organização das finanças pessoais, avaliando o enxugamento de despesas e definindo ações para aumentar a receita e assim obter o controle financeiro para a realização de sonhos a curto, médio e longo prazos.

10-Auxílio no processo de emagrecimento: Pessoas que querem obter maior qualidade de vida eliminando alguns quilinhos extras também se vale do coaching, que pode ser um personal trainer ou mesmo um nutricionista, de qualquer forma, esse é um processo que envolve um trabalho interdisciplinar para que o cliente alcance o seu objetivo com saúde e qualidade.

Espero ter contribuído para que você tenha maior clareza sobre os processos de coaching, como você pode perceber, ele pode lhe auxiliar em todas as áreas e de diversas maneiras, no entanto, é preciso escolher bem o profissional, identificando claramente quais são as suas maiores habilidades e limitações, bem como sua trajetória, desde a sua formação (talvez até antes) e este profissional, por sua vez, deve estar consciente da sua competência, vindo a atuar com ética, transparência e responsabilidade.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Entenda porque apenas 8% das pessoas alcançam seus objetivos

É fato, apenas uma pequena parcela da população consegue alcançar seus objetivos e realizar sonhos e projetos, enquanto que a imensa maioria das pessoas não os alcançam. O que distingue uns dos outros? Seria somente uma questão de providência divina? Alguns têm mais sorte do que outros? Só os desonestos conseguem? (Uma crença equivocada)
Enfim, há muita discussão em torno desse assunto entre os especialistas e coaches do mundo inteiro, em todos os congressos de desenvolvimento e performance humana, mas inegavelmente, todos concordam num ponto: Há, inegavelmente, independente das circunstâncias, um padrão comportamental diferenciado entre aqueles que conseguem. Vejamos:
1- Lista de desejos – Procure fazer listas mais curtas e simples de desejos evitando aquelas que dificultem uma tomada de decisão mais objetiva. Quanto mais concentrada for a sua lista, mais rápida se torna a tomada de decisão e consequentemente suas ações serão mais focadas naquilo que realmente importa, evitando com isso dispersões ocasionadas por uma infinidade de ações executadas por conta de diversos objetivos propostos num curto espaço de tempo. Lembre-se: Faça uma coisa de cada vez até o fim;
2- Persistência – Adquirir um novo hábito e incorporá-lo no dia-a-dia definitivamente não é tarefa nada fácil, com isso, muitas pessoas desistem logo nos primeiros dias, que são decisivos, portanto, torna-se fundamental persistir apesar das dificuldades, muitas vezes a mente quer, mas o corpo não corresponde e vice-versa, mantenha-se firme no objetivo sabendo que nenhum resultado vem como “num passe de mágica”, tudo é fruto de muito esforço e dedicação, um segredo para se manter firme e focado no objetivo: Veja os resultados antes mesmo que eles aconteçam, imagine que já chegaram, sinta-o, drible a sua mente, pense que já conquistou e siga em frente.
3- Disciplina – Uma vez tendo vencido os primeiros dias, que normalmente são os mais difíceis, mantenha um cuidado redobrado com a disciplina, pois é natural alcançar os primeiros resultados às custas de muito esforço e depois dar aquela velha relaxada, aí que mora o perigo, pois há um limite tênue entre o relaxamento e a negligência e é neste ponto que muitas pessoas se perdem. É por isso que muitos atletas e profissionais, sobretudo da aviação, utilizam check list para tudo, de maneira a evitar a menor possibilidade de esquecer algo, além, óbvio, de evitar o risco de voltar quase instantaneamente ao velho padrão comportamental (que não o levará a lugar algum).
4- Divirta-se – Curta a trajetória, não tome o seu objetivo como um peso, mas como um obstáculo a ser superado, todos nós temos pontos fortes e fracos que se distinguem de pessoa a pessoa, no entanto, geralmente, as pessoas bem sucedidas, têm uma “alma” mais leve, cultive o bom humor, muitas vezes é necessário rir da própria desgraça, tente não se levar tão a sério, ficar sisudo por conta das dificuldades não o aproximará dos seus objetivos e ainda afastará as pessoas de você. Desse modo, procure potencializar o que você tem de pontos fortes e minimizar ao máximo os fatores de interferência (pontos fracos e ameaças externas), isso não é garantia de sucesso absoluto, pois outras variáveis intervenientes (estranhas) podem surgir. Dica: Sinta-se como se estivesse em um jogo, onde você tem que passar de fases para vencer e a próxima é sempre mais complexa que a anterior.
5- Mudar de atitude – Imagino que você já deve ter ouvido de muitos autores e palestrantes a mesma coisa, mas vou reafirmar: “É impossível querer atingir novos resultados fazendo sempre a mesma coisa”, quer resultados diferentes? Experimente fazer diferente, arrisque-se, se jogue, permita-se errar, entenda que ninguém chega a um estágio superior agindo da mesma maneira. Você está com medo? Vai assim mesmo! É natural sentir um frio na espinha e um certo temor do novo, porém é a única maneira de dar certo. A ousadia é uma característica preponderante dessa minoria de vencedores que realizam os seus sonhos.
O segundo semestre já começou, esta semana inauguramos o mês de agosto, restam quatro meses para você cumprir uma ou algumas das promessas feitas na virada do ano. O tempo não para, não espera ninguém, e como diria Geraldo Vandré, você faz a sua hora, portanto, que seja agora! Venha ser parte deste seleto clube dos 8% bem sucedidos.
Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Você é Esponja ou Filtro?

Sabe aquela pessoa que absorve tudo para si? Aquela pessoa que aprende tudo o que precisa aprender e ainda acha que não foi suficiente e fica perguntando mais e mais? Aquele que toma as dores alheias só por tomar, por uma questão de simpatia, mas que, no fundo, não sabe o real significado dessa pseudo-solidariedade, uma vez que toda estória sempre tem dois lados e ele não se deu, sequer ao trabalho de conhecer a outra parte antes de tomar partido? Aquela pessoa que normalmente é “todo ouvidos”, para absolutamente todo o conteúdo que o seu interlocutor trás e acaba absorvendo os problemas do outro como se fossem dele?

Pois é, acredito que estamos falando do indivíduo esponja, aquele que absorve tudo para si do ambiente externo, seja de bom, seja de ruim. Para esse perfil de pessoa, tirando a parte do conhecimento, que certamente será muito útil pra ele em algum momento, o fato de não separar as coisas, coloca em sério risco até mesmo a sua saúde física, psicológica e intelectual, uma vez que ele vai tomar para si inclusive as coisas ruins, que não lhe competem, mas as assumirá como se fossem dele.

Isso, por si só, já é um risco enorme, pois ao absorver todo tipo de problemas e cargas negativas do outro, há uma tendência a desviar o seu foco e atenção daquilo que realmente seria importante para ele, desse modo, ele não apenas se distancia do seu objetivo pessoal, como vai adoecendo em função do seu nível de stress, que aumenta a taxas sem precedentes. Nesse momento, você faz ideia do que se passa no organismo?

A pessoa fica ansiosa em demasia, consequentemente, tem dificuldade em se concentrar, isso se reflete no seu comportamento muitas vezes agressivo, agitado, arredio ou mesmo de isolamento social, com a alta produção de adrenalina, o organismo começa a produzir o cortisol, que destrói as células de defesa do organismo e o enfraquecem deixando-o sujeito aos diversos vírus e bactérias. Por esse quadro você já viu tudo né? Quem mais sofre com isso são exatamente as pessoas que convivem com ele e quem provavelmente ele mais ama.

Indivíduo filtro, como o próprio nome já diz, filtra as coisas que chegam até ele, ou seja, tal qual um purificador, ele está aberto para absorver todo estímulo, porém, separa aquilo que não é importante e que não acrescenta nada em sua vida filtrando o que realmente importa para ele. O indivíduo filtro, não se ocupa com fofocas ou difamações, pois sabe que não acrescentarão nada em sua vida e fica atento com o portador da notícia, porque hoje foi de outro alguém, amanhã pode ser ele a vítima do “língua solta”.

Após uma conversa, ele sabe que precisa ter uma estratégia de recomposição, não apenas para livrar-se da parte toxica do diálogo, como para se refazer em termos de foco e energia, canalizando-a para o que realmente importa. Então seguem algumas digas poderosas para você ativar o seu filtro de maneira a aproveitar melhor toda informação que lhe chega, ajudando as pessoas, porém, sem se deixar contaminar pela negatividade alheia:

1)Faça terapia, ao contrário do que muitos pensam, é para pessoas saudáveis e ajudam a livrar-se do lixo emocional, intelectual e até espiritual trazido pelo outro;

2)Desenvolva o hábito da meditação, reservando um momento para que você fique sozinho e em paz com você mesmo. A medida que você desenvolve essa habilidade, você vai se tornando cada vez mais autoimune em relação às nefastas influências de outras pessoas;

3)Pratique esporte, dance, caminhe, corra, brinque, conheça lugares diferentes, namore, divirta-se, desse modo, você estimula a produção natural de serotonina e outros neurotransmissores como a dopamina, a serotonina, melatonina, que dão uma especial sensação de prazer e bem-estar, além de auxiliar no equilíbrio corpo-mente-espírito.

Muita gente não sabe, mas nós, seres humanos fomos criados para estar em constante movimento, quando isso não acontece, damos espaço para a melancolia, tristeza e até a depressão e consequentemente, mais suscetível a absorver a carga negativa do ambiente

Então, você faz ideia de como você se define: Esponja ou filtro? O que você pode fazer a partir de agora para ser quem você deseja ser?

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, faça como a, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

Desistir não é a melhor saída

Dar certo na vida já é por si só um grande desafio, quando se fala em superar obstáculos, dificuldades e armadilhas pelo meio do caminho, o esforço deve ser redobrado e as vezes, parece que nossas forças se esvaem com tamanho empenho, é aí que precisamos exercitar a principal máquina, que faz tudo acontecer e que pode fazer tudo acabar: O cérebro!

Tudo o que queremos realizar na vida começa com um sonho, uma ideia, mas é abstrato e parece muito distante de se conquistar até que passamos para uma segunda fase: o planejamento. Ao rabiscar essa ideia começamos a tangibilizar e dar forma ao que antes era só uma imagem, linda, porém, frágil e inconsistente.

Após desenhar o projeto, vem o terceiro desafio: colocar em prática as ações definidas passo-a-passo, é aí que começam as dificuldades, porque nos planos, tudo ocorre maravilhosamente bem, tudo dá certo, tudo é possível, nada pode dar errado, até ser colocado em prática, é quando nos deparamos com as incontáveis dificuldades e obstáculos.

É nesse momento que precisamos ter muito equilíbrio e cuidar principalmente da saúde física, espiritual (não me refiro necessariamente a uma religião) e emocional, pois uma mente enfraquecida é uma porta aberta para ideias derrotistas, como: o medo, sobretudo da crítica e da rejeição; o sentimento de culpa; crenças limitantes, como: eu não posso, eu não nasci pra isso, eu não merecia passar por isso, eu sou um fracasso mesmo; e toda sorte de ideias que podem colocar em risco o seu projeto.

Diante desse cenário interno, vem um forte desejo de jogar tudo pro alto, de abandonar um sonho e fazer qualquer outra coisa, só que ao fazer isso, alivia-se a dor, porém, corre-se o risco de cair num vazio existencial por não estar fazendo algo do qual realmente acredite, ame e que, certamente, agregaria valor a humanidade preenchendo sua vida de significado.

Entenda por significado, tudo aquilo que agrega valor substancial a sua vida, para encontra-lo, responda as seguintes perguntas, inicialmente para você mesmo, em seguida, pode escrever ou, caso se sinta mais a vontade, compartilhe com alguém que você ame e confie:

1)Qual a sua visão de futuro? (Evite frases prontas e de efeito, não queira impressionar ninguém, apenas feche os olhos e descreva como você estará vivendo pelos próximos um, cinco e dez anos).

2)Em quem você pretende se tornar? Como você quer ser reconhecido pelas pessoas mais próximas na família, no trabalho, na sociedade?

3)O que você está fazendo hoje para se tornar quem você deseja ser no futuro? Suas ações estão alinhadas com a pessoa que pretende ser no futuro?

4)Que legado você estará deixando para as futuras gerações?

5)Como você será lembrado quando você não estiver mais por aqui? O que dirão a respeito da sua postura ante os desafios?

Toda grande realização vem precedida de muita dificuldade, de muito erro, de muitos pequenos fracassos, mas desistir seria a melhor alternativa? Desistir de um sonho não é certo, não é justo, não é divino, seria talvez o caminho mais fácil para evitar a dor, só não podemos esquecer que ela vai nos acompanhar de qualquer maneira, seja para a vitória, seja para a derrota, não importa. A dor faz parte do crescimento!

A grande diferença é que DESISTIR, te conduz a uma dor perene, interminável e incurável, dói na alma, é a dor do arrependimento, da culpa por não ter insistido mais, por não ter andado o quilômetro extra, por não ter ido além. E ninguém merece conviver com esse peso pelo resto da vida!

Diante de tudo o que expus aqui, se eu pudesse dizer humildemente algo relevante pra você, caro leitor, seria: – Por favor, não desista dos seus sonhos, dos seus projetos, da sua vida! Seria uma tragédia pra humanidade. Entenda que sempre tem um caminho, uma alternativa, uma possibilidade diferente!

Veja quantos exemplos e sonhos realizados, que, se fossem desfeitos, seria uma tragédia: Os Beatles não teriam existido, o Cafu não teria sido capitão do Penta, a seleção brasileira de vôley ainda estaria amargando a medalha de prata, a Apple não seria a marca de tecnologia mais valiosa do mercado.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, faça como a, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

Na dúvida, o que faço?

A tomada de decisão sempre é algo muito complexo do ponto de vista de quem as tem que tomar, pois ela ocorre no caso de uma parte de mim querer uma coisa e outra parte querer outra, nesse momento acontece o que chamamos de diálogo interno (a arte de pensar), só que, quando esse pensamento fica apenas no nível da sua estrutura, o barulho interno se intensifica e muitas vezes, confusos, tomamos uma decisão precipitada pelo simples fato de não termos analisado a questão por todos os ângulos, então, perceba a situação nos casos abaixo:

Diálogo 1:

Nelson, preciso muito da sua ajuda, eu tive meu filho e fiquei um tempo fora do mercado dedicado exclusivamente a ele, até que, finalmente, estou trabalhando já há alguns meses numa distribuidora, onde acabei de ser promovida assumindo uma função gerencial, mas o meu ex-patrão, no caso, de uma empresa de navegação, da qual tenho muito conhecimento por ter trabalhado por anos lá, me chamou de volta com uma proposta de trabalho bastante atrativa, você acha que eu devo aceitar?

Diálogo 2:

Meu amigo, estou numa “sinuca-de-bico”, eu coordeno o setor jurídico de um banco federal, estou muito bem adaptado com as minhas funções, a equipe é bem alinhada, me sinto respeitado no meu trabalho, convivo bem com meus amigos e minha família, que tem o conforto necessário, mas uma proposta pode colocar tudo isso em cheque e mudar a minha vida do avesso, eles querem que eu assuma a gerência jurídica na cidade de Teresina, no Piauí, mas não sei se devo ir, confesso que isso tá roubando a minha paz e me deixando muito ansioso, pois se eu aceitar, terei um desafio monstro sob minha responsabilidade e corro o risco de não ser bem sucedido, se eu recusar, pode ser que nunca mais surja nenhuma possibilidade de ascensão da minha carreira dentro do banco. Cara, o que eu faço?

Diálogo 3:

Nelson, tudo bem? Ainda estou no Distrito Federal, como você sabe, estou de malas prontas para assumir a coordenação geral de uma escola em Miami, pois então, sabe que nesse meio tempo, recebi uma boa proposta de trabalho do Itamaraty, no departamento de atendimento consular, agora estou super indecisa, pois ambas as propostas são muito boas, a tentação é grande e o pior, não disponho de muito tempo para decidir, estou tentando fazer a melhor escolha para não perder nenhuma oportunidade. Será que embarco mesmo para os Estados Unidos ou fico em Brasília? Oh, dúvida cruel!

O que há em comum nos três casos? Todos estão com excelentes possibilidades e precisam tomar uma decisão no menor espaço de tempo possível e lógico, tem que fazer a melhor escolha, por isso, partiram, talvez até inconscientemente para o lado mais cômodo, perguntando para alguém em quem confiam que decisão tomar, o duro, é que esse “alguém”, em todos os casos, era eu! Agora, percebam o risco maior, a consequência disso, se eu disser: – Vai! E não der certo, a culpa vai recair sobre mim, da mesma forma, se eu disser: Fica! Portanto, o melhor a fazer é não opinar, pois essa é uma decisão que cabe somente aos interessados, afinal, que dados eu tenho para decidir o que é melhor para eles? Absolutamente Nenhum!

Então, vai aí uma dica para quem precisa tomar decisões na vida, ou seja, todos, mas tem receio de fazê-lo:

Separe uma folha em branco e trace uma linha ao meio. Na primeira coluna escreva “VANTAGENS”e responda a questão 1 (logo abaixo), na segunda coluna escreva “DESVANTAGENS” e responda a questão 2 (abaixo);

1)   O que você ganha se você aceitar essa proposta?

2)   O que você perde se você aceitar essa proposta?

Depois, repita a operação, sendo que na primeira coluna você entitula “DESVANTAGENS” e responde a questão 3 (abaixo) e na segunda coluna você define como “VANTAGENS” e responde a questão 4.

3)   O que você perde se NÃO aceitar essa proposta?

4)   O que você ganha se NÃO aceitar essa proposta?

tabela

Entenda que não dá para se ter tudo, assim, ao escolhermos uma coisa, sempre vamos abrir mão de outra, o interessante nesse caso, é pesar bem a nossa escolha compreendendo que teremos ganhos e perdas em qualquer decisão que tomarmos, mas o principal, compreendemos que, cabe a cada um particularmente decidir o que é melhor para si e para aqueles que nos amam e nos rodeiam sabendo que a cada escolha há uma renúncia. No mais, desejo ótimas escolhas para você nesta semana!

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.