10 Hábitos das pessoas altamente comprometidas

É, não tem jeito, sempre que converso com empresários ou com executivos acerca do que desejam para suas empresas, é inevitável, a resposta quase sempre é a mesma: “- Ah! Se eu tivesse pessoas mais comprometidas!”, e isso se repete em diversos setores da sociedade: em casa, na escola, nos setores públicos, dentre outros. No entanto, o que entendemos por comprometimento?

Para responder a essa questão, reuni aqui algumas características dessas pessoas que fazem a diferença em suas atividades:

1-Planejam o dia seguinte antes de irem dormir: Essas pessoas sempre têm um objetivo em mente e focam toda a sua energia nele, por isso definem ações importantes a serem realizadas no dia seguinte antes de dormir e não descansam enquanto não as tiverem concluído.

2-Fazem uma coisa de cada vez: Evitam fazer várias coisas simultaneamente, principalmente se forem desconexas e divergentes de seu objetivo principal, ao realizar várias atividades simultaneamente, correm o sério risco de perder o foco principal e assim, fracassar.

3-Dedicam total atenção aos detalhes: Trabalham entregando o seu melhor, sempre, pois como dizem: “Deus está presente nos detalhes”, então, o fazem com esmero, prestam atenção em absolutamente tudo e jamais deixam um trabalho pela metade, sempre terminam tudo o que começam.

4-Sempre focam na solução: Apresentam soluções e quando não as têm, vão atrás, não perdem tempo potencializando os problemas, pois sabem que isso só atrai mais problemas e não desistem facilmente, aliás, não descansam enquanto não os resolvem.

5-Cumprem prazos e jamais se limitam por qualquer motivo: Os prazos são sagrados para pessoas comprometidas, isso faz com que se esforcem muito para cumpri-los e quando não sabem algo perguntam e demonstram sempre muita vontade de aprender, dedicando-se bastante até dominar aquilo que não sabem.

6-Exercitam a sua criatividade: Sabem que não existe nada tão bom que não possa ser melhorado, por isso lançam mão de um bloco de anotações sempre por perto, para escrever suas ideias, desenhar fluxos, criar novos processos e outros.

7-Focam no positivo: Não vivem dando desculpas por seus atos, nem procuram culpados pelos erros cometidos, tampouco vivem reclamando da vida e falando mal das pessoas, pelo contrário, agem para modificar a realidade.

8-Fazem exercícios físicos e meditação diária: Normalmente, acordam cedo e praticam exercícios como corrida, musculação, caminhada ou outras modalidades esportivas e fazem uma meditação diária refletindo sobre os desafios a serem superados naquele dia, bem como sobre as atividades necessárias e também sobre o seu comportamento e suas emoções pessoais de maneira a restaurar o equilíbrio e o autocontrole.

9-Cultivam um hobbie e curtem a família e os amigos de forma saudável: Trabalhar é importante, no entanto, ter uma atividade como distração, é fundamental para restaurar as energias e se divertir, pois assim, o cérebro produz a serotonina, um neurotransmissor necessário para dar uma sensação de prazer e bem estar e, com isso, evita o aumento do stress, que os impediria de raciocinarem e consequentemente tomarem as melhores decisões. Além disso, passar um tempo de qualidade com a família e amigos também é fundamental, pois ajuda dando uma sensação de paz e segurança, não é à toa que é chamada de “porto-seguro”.

10-Desenvolvem a empatia: Procuram sempre colocar-se no lugar das outras pessoas, sentir o que os outros sentem e estão sempre prontos a colaborar com os demais, participando e dando ideias. Enfim, uma pessoa comprometida é alguém com quem as pessoas podem contar.

Por fim, esses são alguns hábitos importantes desenvolvidos por pessoas altamente comprometidas e que fazem uma grande diferença em seus resultados, não apenas no dia-a-dia, mas sobretudo, no alcance de suas metas e objetivos pessoais, profissionais, corporativos e organizacionais.

E você? Deseja melhorar a sua performance também? A lista acima pode funcionar como um poderoso check list para o desenvolvimento de novos hábitos e alcance de resultados surpreendentes. Experimente, faça diferente, tenho certeza que você irá se surpreender com os seus novos resultados.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Desejos X oportunidades: Saiba com diferenciá-los e alcance seus objetivos

Interessante como as pessoas de uma maneira geral têm dificuldade em distinguir o que é um desejo e uma oportunidade. São coisas completamente distintas, mas podem confundir muito na hora de planejar e levar o projeto a metas surreais porque havia um desejo demasiado, mas sem uma oportunidade em vista, o que leva os planejadores a uma miopia diante da realidade que se apresenta. Para evitar erros dessa natureza, que acontecem com alguma frequência em planejamentos estratégicos, sejam eles corporativos ou pessoais, hoje trouxe alguns exemplos para distiguir uma coisa da outra.

Desejo: São todas as coisas que eu quero realizar, mas que nem sempre estão à minha disposição num dado momento e que acabam se confundindo com sonhos, por exemplo, abrir uma empresa, fazer um curso de idiomas, viajar de férias para a Europa, adquirir uma casa, comprar um carro, tornar-se ator de cinema.

Oportunidade: É tudo aquilo que tem a possibilidade real de se concretizar, bastando portanto, um movimento meu para obter uma chance de realiza-lo, lógico, considerando-se as questões técnicas e financeiras para executá-lo, como os meus desejos, por exemplo, atender a uma proposta de representação comercial de um determinado produto ou serviço (para abrir uma empresa), receber um folder ou uma indicação de um amigo ofertando uma bolsa de 30% para um curso de inglês (para fazer um curso de idiomas, receber uma oferta para integrar um grupo de intercâmbio (para viajar de férias para a Europa), perceber um imóvel adequado e compatível com o meu nível sócio cultural com preço de pré-lançamento (para adquirir uma casa), aproveitar a promoção de uma concessionária pela baixa das vendas no período para fazer um bom negócio (para comprar um carro), estudar dramaturgia e receber uma proposta para realizar um teste para integrar o elenco de um longa-metragem (para tornar-se ator de cinema).

Um desejo (um sonho), originam uma ideia, que, quando entram em planejamento, somados à curiosidade e poder de observação da realidade que o cerca, pode se tornar uma grande oportunidade em termos de empreendedorismo, por exemplo. Detalhe: Quanto mais deficiências existirem em um mercado, maiores são as oportunidades de se empreender algo novo e diferenciado, isso depende muito do ponto de vista de cada pessoa, enquanto uns só enxergam e reclamam das deficiências, outros veem nelas a possibilidade de ganhos extraordinários e lucro.

Agora que sabemos identificar uma oportunidade, como organizar as ideias e evitar possíveis distrações?

1- Faça uma lista de pelo menos 10 desejos que você sonha em realizar:

2- Quais deles tem a possibilidade real de concretizar?

3- Que oportunidades você enxerga para cada um desses desejos com real possibilidade de realização?

4- Quais os possíveis sabotadores ou distrações podem lhe desviar do seu real propósito em aproveitar cada oportunidade?

5- Por que é importante para você realizar esse desejo? Que valores agregarão na sua vida? Que sentimentos experimentará ao realiza-los?

6- Feche os olhos por alguns minutos e visualize-se tendo realizado o seu sonho? Que sensações internas você despertou? Em que parte do corpo você as sente? Que movimentos ou gestos você “fez” ao vibrar com a sua conquista?

7- Agora veja as pessoas em sua volta admirando-o e respeitando-o pela sua conquista como se tivesse alcançado:

8- Agora me diga, o que você aprendeu com o exercício acima? Valeu a pena fazê-lo? Por que? Caso deseje, compartilhe sua resposta comigo pelo e-mail abaixo, ficarei feliz em lhe ajudar;

9- O que você precisa fazer a partir de agora para aproveitar as oportunidades e já ir em direção à realização dos seus objetivos?

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Coaching para profissionais de educação física

Um nicho de coaching que está em crescimento acentuado no Brasil é o que cuida dos aspectos comportamentais ligados à prática de esportes, tanto os de alta-performance quanto aqueles voltados para fitness (qualidade de vida). Os de alta-performance normalmente são aqueles trabalhos de longo prazo que ajudam o atleta a obter performance competitiva em uma determinada modalidade, ao passo em que aqueles voltados para as pessoas comuns como eu e, provavelmente, você que me lê, têm um foco na melhoria da qualidade de vida.

Hoje vejo muitos profissionais da área que conhecem muito acerca da fisiologia, da mecânica dos exercícios, coordenação motora, desenham programas de exercícios personalizados, mas encontram uma grande dificuldade para trabalhar o engajamento do atleta de um modo geral. Estou convencido que tudo parte do cérebro, inclusive o nosso interesse em realizar as coisas, ainda que seja para o nosso bem viver, como a prática de esportes por exemplo.

Para muitas pessoas, talvez, seja muito mais fácil se comprometerem com terceiros do que consigo, uma vez que, pela nossa grande habilidade de arrumar desculpas para quase tudo, nosso cérebro acaba nos ludibriando, uma vez que olhamos para as nossas falhas com condescendência, ou seja, nós as aceitamos e com isso nos auto-sabotamos em vários aspectos que vão desde a alimentação, descanso até a disciplina para manter a regularidade nos treinos. É aí que entra a importância de um professor de educação física, preparador físico, personal trainer e demais profissionais ligados à prática esportiva como: médicos, nutricionistas, fisioterapeutas de terem uma abordagem diferente que motive e engaje, no caso, o coaching.

Mas porque a abordagem do coaching não diretiva é importante para profissionais da prática de esporte?

1-Definição de objetivos: Só fazer a avaliação física e colocar como objetivo hipertrofia ou perda de peso ou afins não é suficiente, até porque o objetivo não pode ser algo comum para pessoas diferentes, pelo contrário, ele é muito específico e por conta disso é importante personalizar ao máximo para definir em quanto tempo aquele aluno deve alcançar um objetivo mantendo a regularidade, lógico. As pessoas estão sedentas por resultados e querem que sejam imediatos, e essa expectativa acaba gerando uma ansiedade muito grande, seguida de uma frustração e por conseguinte, acabam levando ao alto índice de evasão nas academias.

2-Acompanhamento sistemático: Quando se tem objetivos claros, definidos e muito bem quantificados, fica fácil realizar um acompanhamento sistemático do atleta a cada treino ou a cada semana para avaliar o seu rendimento e isso permite possíveis mudanças de rota e/ou realinhamento desses objetivos em função do que é possível obter como estado desejado dentro de um espaço de tempo.

3-Traçar estratégia: Lógico que o profissional vai desenvolver um programa que deve ser seguido pelo atleta, só que muitas vezes o mesmo não se adapta a algum equipamento ou exercício e nem sempre comunica o instrutor, isso acaba por prejudicar os resultados e o empenho do mesmo pode decair pela simples falta de adaptação levando-o até a um “over training” (fadiga por excesso de esforço ao treino). Assim, é fundamental acompanhar o atleta ou aluno sistematicamente para avaliar a eficácia do programa e redefinir um exercício substitutivo, uma mudança de carga ou mesmo no número de série quando a ocasião assim o pedir já que cada atleta (aluno) tem ritmo e resistência próprios. Certamente essa prática contribuirá sobremaneira para a motivação e empenho do indivíduo.

4-Engajamento: Importante compreender por que o indivíduo treina, o que isso significa exatamente para ele? O que o motiva? O que o sabota? Nesse sentido, é importante compreender que normalmente a pessoa se motiva pelo prazer (longevidade, saúde, estética, vaidade, relacionamentos interpessoais durante o treino, dentre outros) e se sabota pela dor (resultado lento, muito esforço, dores pelo corpo, cansaço, stress) no entanto, ele pode perfeitamente se motivar pela dor (desafio, raiva, superação, alívio de tensão psicológica, dentre outras)e se sabotar pelo prazer (conforto do sofá, controle remoto da TV, lazer e diversão, alimentação desregrada, bebida alcóolica em excesso).

Por fim, compreender a parte técnica do trabalho é um importante atributo para se ter sucesso profissional, mas não é garantia de resultados práticos, pois estamos falando de seres humanos, assim, quanto mais o profissional de educação física ou os demais conseguirem acessar a cabeça e os sentimentos do atleta (aluno), mais conseguirão extrair o melhor do seu desempenho e com isso, obterão melhores resultados.

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Para ser aprovado em um concurso público: Como controlar a ansiedade e melhorar a concentração

Ser aprovado em um concurso público é muito mais do que um sonho para muitas pessoas, é uma realização de vida e isso gera expectativas, ou seja, é uma profecia que pode perfeitamente ser realizada, sobretudo quando diz respeito ao próprio indivíduo, que quando despertada é possível que se torne auto-realizável, porém, no caso de um concurso público, essa expectativa pela aprovação não depende exclusivamente do candidato, uma vez que ele tem que dar conta de inúmeras variáveis sobre as quais ele não exerce o menor controle, como: Lançamento do edital, quantidade de candidatos disputando uma vaga, qualidade de preparação dos concorrentes, e outras.

Tudo isso gera ansiedade, assim, para minimizar a sua ansiedade, divida sua preparação em dois níveis: Intelectual e emocional.

Preparação Intelectual:
A primeira coisa que deve ser feita é eliminar da sua mente todas as coisas (obstáculos) sobre as quais ele não tem controle e focar somente naquilo que ele tem pleno controle, como: definir uma rotina sistemática de estudos para que ele possa se dedicar o máximo possível a aprender durante o período de preparação ao invés de apenas ler aleatoriamente e sem a devida preocupação com a qualidade. Esse horário deve ser dividido entre todas as disciplinas, sobretudo, aquelas mais difíceis, as que o candidato menos gosta, pois é por essas que ele deve se apaixonar, uma vez que elas poderão elevar o seu nível de classificação durante o concurso, pois aquelas disciplinas que ele já domina, têm uma margem de acerto, portanto, a preocupação maior deve estar em melhorar a sua performance naquelas disciplinas onde ele, geralmente, não está tão bem assim.

Desse modo, ao se preparar, aparecerão inúmeras outras variáveis que poderão afetar o seu rendimento nos estudos, que eu chamo aqui de interferências externas como: a pressão da família, da esposa, dos amigos, dos grupos dos quais a pessoa faça parte, e detalhe, é um tipo de pressão não apenas pela sua preparação, mas pela sua participação nos eventos organizados por esses grupos e paradoxalmente, uma cobrança velada por uma renda mensal, estabilidade, posicionamento social, crescimento profissional, bem como, pelas diversas coisas que provavelmente ele terá que abrir mão enquanto se prepara para a prova, além das pessoas que torcem contra, da competitividade, dentre outras questões.

No entanto os fatores mais críticos para o sucesso estão no domínio dos fatores de interferência internos, como: os nossos medos, a nossa ansiedade, prepotência, arrogância, assim como a nossa certeza ou incerteza absoluta das coisas. Isso tudo habita dentro de cada um de nós, portanto, é importante nos conhecermos para explorar o máximo do nosso potencial minimizando esse fatores de interferência através de uma preparação emocional.

Preparação emocional:
Quando você está em um estado de atenção muito grande, por conta da sua expectativa em relação a sua aprovação, é óbvio que você foque no futuro e isso pode gerar mais ansiedade. Assim, para minimizar esses efeitos negativos, utilize a visualização, uma técnica que uso muito com os meus clientes:

Foque sua atenção em algo que ainda não aconteceu e visualize as coisas como se já tivessem acontecido, esta técnica é poderosíssima, desde que utilizada com o foco no positivo. Veja-se comemorando a sua aprovação, sendo chamado, sinta a alegria dos seus familiares e daqueles que você mais ama e quer bem, sinta tudo isso agora.

Evite se ver no futuro, inseguro, ansioso, nervoso, ou mesmo que não sabe o suficiente sobre uma determinada disciplina, pois isso vai gerar no momento presente a ansiedade, o que por sua vez vai se refletir em toda a sua fisiologia, já que haverá uma aceleração dos batimentos cardíacos, dilatação da pupila, respiração ofegante, sudorese, estado corporal tenso e em constante alerta, levando-o a um terrível mal-estar que prejudicará a sua concentração durante os estudos. E essas reações fisiológicas ocorrerão durante a prova tirando o seu foco do momento presente levando-o a errar questões que ele normalmente não erraria, inclusive aquelas que apresentava pleno domínio.

Importante: A visualização também é um treino, portanto, não adianta fazer apenas uma vez na véspera da prova, faça pelo menos 5 minutos diários de visualização, pois assim, você estará condicionando o seu cérebro a produzir serotonina (hormônio que dá uma sensação de bem estar). Quanto antes você começar mais preparado emocionalmente você estará no dia da prova, então, feche os olhos e comece a construção do futuro que você quer para você, como se já o tivesse alcançado. Sucesso e até a próxima.

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Para ser aprovado em um concurso público: Pensar positivo resolve?

Esta semana em uma de minhas intervenções em coaching, eu chamava a atenção para o foco no positivo e jamais no negativo, então alguém exclamou: “ – Eu sou concurseira, então, toda vez que eu pensava positivamente acerca de algo que eu queria muito (passar em um determinado concurso dos meus sonhos) eu obtinha um resultado negativo”. Logo pensei: “O que está por detrás dessa manifestação?” e percebi uma necessidade ingente de focar nessa questão por se tratar de um fator crítico que estava impedindo o sucesso daquela pessoa.

A questão não era o pensar positivo ou negativo que fazia a diferença, mas como isso impactava em suas ações, logo, se tratava de uma crença limitante, ou seja, tudo aquilo em que ela acreditava como sendo uma verdade, só que nesse caso, a sua verdade (dela) a limitava e a impedia de ir além e consequentemente de obter os seus resultados esperados.

Se eu intervisse mostrando-lhe o contrário do seu ponto de vista, provavelmente não surtiria nenhum efeito e geraria algum desconforto e até mesmo uma resistência por parte dessa pessoa, por isso todo o cuidado na abordagem seria decisivo. Ao que, após, ela chegou a algumas conclusões surpreendes:

-Pensar positivo: Pensar não é poder, é poder potencial, ou seja, é no máximo, um caminho para obter um bom nível de concentração, e ainda assim, é algo bem relativo;

-Ação positiva: Agir, por si só, não assegura obter os resultados desejados, sobretudo se essas ações estiverem desalinhadas com o objetivo em questão, portanto, foco no planejamento é um recurso imprescindível para obter o seu resultado.

-Plano de estudo: Importante definir e separar o programa em ordem de conteúdo, exercícios, cronometragem de tempo e avaliação, pois isso evita a ansiedade de querer fazer várias coisas ao mesmo tempo e tentar estudar conteúdos diversos sem o devido tempo de assimilação, levando-a à fadiga e cansaço decorrentes da carga de matéria a ser estudada quase ao mesmo tempo.

-Recomposição: Estudar, é muito importante, no entanto, é necessária uma estratégia de recomposição para assimilar o conteúdo, fechar um programa, antes de passar para outro, além de recobrar a energia e o bom nível de concentração no conteúdo seguinte, ou seja, pausas são fundamentais e definir momentos para uma atividade física, lazer e descontração são fundamentais.

-Meditação: A meditação através dos recursos de visualização que levem a cliente a sentir o resultado como se já o tivesse sido alcançado a levam a experimentar sentimentos e sensações internas de paz, de segurança, de tranquilidade e emoção pelo dever cumprido, sendo portanto um recurso importante para gerar concentração e controle emocional, uma vez que a pessoa relacionava a sua performance equivocadamente ao seu pensamento, desconsiderando assim os fatores emocionais decorrentes da sua expectativa e consequentemente de sua ansiedade por prestar um concurso que poderia ser decisivo para a realização de seu sonho.

Desse modo, percebemos o quanto o seu nível elevado de expectativa afetava a sua performance durante as provas, pois quanto mais a mesma queria, mais ansiosa ficava e consequentemente menos se concentrava e isso se refletia em seus resultados.

Concluindo: a percepção de pensamento positivo ou negativo não altera o cenário, mas as suas ações sim, estas fazem uma grande diferença quando se trata de obter resultados satisfatórios na vida e as dicas acima auxiliam sobremaneira a sua preparação emocional para a prova, pois lembre-se, ao realizar o exame, você estará lá por inteiro, assim, não é apenas o intelecto, mas o emocional e físico são indiscutivelmente fatores críticos de sucesso, pense nisso, aja e mude o que for necessário.

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Pai: 5 grandes verdades sobre o senhor

Hoje é dia de homenagear ele, “o cara”, aquele que está sempre por perto e que assume vários papeis, fazendo-se sempre presente nos momentos mais difíceis, mas também nos mais alegres. É dia do “multifacetado” pai: ora amigo, ora juiz, ora teólogo, ora técnico, mentor, filósofo, mestre, não importa, em todos os casos, sua presença é fundamental para o desenvolvimento da criança e formação do cidadão. Importante deixar claro que em todas as interações, existem os bons e os maus exemplos, olhando por esse ângulo facilmente concluímos que a presença do pai pode perfeitamente ser um alento, mas também fazer estragos. Portanto, compreendam, não estou falando exatamente da perfeição, até porque seres humanos (inclusive os pais) são imperfeitos, mas focar nos seus aspectos positivos, afinal, o modelo masculino é fundamental para o desenvolvimento saudável da identidade dos rebentos, sejam meninos ou meninas. Lá se vão alguns aspectos importantes:

1-Melhor capacidade para lidar com o stress na vida adulta: De acordo com a pesquisadora Melanie Mallers, PhD, em uma publicação na APA – Associação Americana de Psicologia, os homens que relataram ter um bom relacionamento com seu pai durante a infância foram mais propensos a ser menos emocionais ao reagir a eventos estressantes em suas vidas diárias atuais do que aqueles que tinham um relacionamento pobre, de acordo com suas descobertas. Desse modo, os filhos que têm boas lembranças de infância de seus pais são mais propensos a ser emocionalmente estáveis diante dos estresses do dia-a-dia , de acordo com psicólogos que estudaram centenas de adultos de todas as idades.

2-Poder de influência: A constante presença do pai estimula as crianças a partilharem do exemplo de agir em busca da realização dos seus maiores sonhos e a não desistir diante das dificuldades, que devem ser enfrentadas com fé, confiança e coragem. E acredite, o pai acaba sendo um espelho que transmite essa autoridade e prestígio que normalmente levam os filhos a se comportarem e quererem ser como ele, pois é dessa interação que a criança se sente mais segura para explorar o mundo.

3-Estabelecimento de limites: Estudos comprovam que a presença dos pais é fundamental para criar parâmetros que podem ser um conjunto de princípios e/ou limites estabelecidos, formando assim a personalidade e o caráter da criança, que vão sendo construídos até a sua vida adulta. Dados estatísticos revelam que crianças que crescem sem a presença do pai, não reconhecem esses limites e tendem a desenvolver comportamento mais agressivo e de isolamento e quando chegam à fase adulta, irão procura-los em tudo, e frequentemente os encontrarão em situações conflituosas e perigosas (tipo: álcool e drogas por exemplo). Desse modo, dizer “não” e fundamentá-los para que as crianças compreendam os seus reais motivos, são importantíssimos para o seu amadurecimento.

4-Integridade: As crianças, de um modo geral, são puras e inocentes, vêm ao mundo sem ter a menor noção dos valores distorcidos, e portanto, quanto mais as crianças viverem essa fase da vida inteiramente, mais imunes estarão em relação à corrupção, desonestidade, ao egoísmo e ao tirar vantagem. É papel do pai, ensinar os filhos por meio do diálogo acerca do que é certo ou errado, justo ou injusto para que os próprios, ao crescerem, consigam discernir uma coisa da outra e fazer as suas próprias escolhas, e nesse contexto, o pai é exemplo a ser seguido e é referência quanto à integridade, ética e valores morais.

5-Afeto: Ser um pai companheiro, amável, educado, compreensível, carinhoso, bondoso, compassivo e zeloso encorajam os filhos a vislumbrarem um mundo melhor, formando adultos mais positivos, íntegros, generosos e felizes, óbvio que não é via de regra, mas dados apontam que crianças amadas e respeitadas têm maior autoestima e confiança na própria capacidade de realização pessoal sendo portanto adultos mais assertivos e serenos diante das adversidades.

Assim, deixo aqui minha reverência a todos os pais, que, mais do que colocar um filho no mundo têm a honrada missão de cria-los, sempre dando foco no positivo (que é diferente de ser permissivo), despertando a esperança em dias melhores, tornando-se assim, a base de nossas vidas, nosso espelho e com isso, mesmo sem perceber, criando pessoas melhores, contribuem para um mundo melhor. Gratidão pai por existir na minha vida e, do seu jeito, contribuir para que eu me tornasse em quem eu sou hoje!

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O verdadeiro sentido do natal

Então é natal, período em que as pessoas se sensibilizam e se confraternizam, cumprimentam-se e expressam sentimentos e emoções mútuas. É um período em que os corações estão em festa e a sensação de paz invade os lares e toma conta do nosso ser. É justamente neste contexto que eu peço licença para abordar um assunto que normalmente é negligenciado, porém, extremamente importante em todo ambiente no qual estivermos inseridos, o amor e suas diversas vertentes, uma vez que o expressamos, embora de forma bem distinta, relativamente a cada pessoa e que, nem sempre é percebido ou adequadamente interpretado.

Desse modo, você sabia que o amor se manifesta através de um conjunto de linguagens bem específicas? Então, ela foi “decodificada” por um terapeuta familiar, chamado Gary Chapman, que também é conferencista e percebeu que o amor transcende as palavras verbalmente manifestadas e se solidificam muitas vezes em pequenos gestos ou ações que podem fazer uma grande diferença do ponto de vista de quem as recebe. Vamos conhecê-las:

  • Palavras de afirmação: São palavras que tem efeito positivo sobre quem as recebe. Pode ser um elogio, um reconhecimento ou mesmo uma palavra de afeto, como: Eu te amo; como sou feliz com você; puxa, você é forte e inteligente minha filha; eu tenho tanto orgulho de você. Estas palavras não precisam ser utilizadas exclusivamente com familiares, pelo contrário, podem (e devem) ser usadas em sociedade, tais como: Parabéns; lhe desejo paz, saúde, sucesso e prosperidade (Importante: Não precisa ser só no natal!);
  • Qualidade de tempo: Importante compreender que, não é quanto tempo nós temos pra ficar junto daqueles que amamos que faz a diferença, mas a qualidade desse tempo. Pense: Quantas vezes você está em algum lugar mas na realidade não está lá? Sim, fisicamente está presente, mas a cabeça e o coração estão em outro tempo ou lugar completamente diferentes, com isso, deixa de aproveitar aquele momento com as pessoas que ama e perde, com isso, o poder de apreciação das pequenas coisas, porém, belas e sublimes. Eu mesmo, só me dei conta da importância desse tempo presente quando voltava de viagem, pois passava muito tempo longe de casa e com isso perdia eventos importantes, como as datas comemorativas, aniversários e eventos dos filhos na escola, então, cada vez que eu voltava de viagem, cheio de saudade, passei a apreciar mais cada momento, por mais simples que fossem, e então, sempre que possível, registrava cada coisa que as crianças faziam, são momentos que carrego na mente e no coração.
  • Presentes: Normalmente as pessoas relacionam presentes apenas aqueles que atendem aos apelos comerciais da mídia ou que têm algum valor financeiro agregado, no entanto, precisa levar em consideração que os presentes têm o propósito de homenagear, de alguma forma, quem os recebe, assim, quanto mais personalizado for, melhor! Logo, pode ser uma carta escrita à mão, um bilhete com um recado, uma frase de apoio escrita numa folha de caderno do filho ou talvez um recado com expressão, do tipo: “- Filho, pai te ama! dentro da lancheira dele”. Deixe sua criatividade fluir!
  • Gestos de serviço: Que tal fazer algo que você nunca fez antes pelas pessoas que você ama? Quem sabe preparar um belo jantar ou, se você não tiver habilidades culinárias, arrumar a mesa para uma refeição em família, ou quem sabe consertar uma maçaneta quebrada ou simplesmente trocar a lâmpada do corredor que está queimada, colocar o lixo para a coleta ou lavar uma louça? Enfim, coisas simples que quando feitas de boa vontade expressam o nobre sentimento de quem os emite. Então, o que dizer dos inúmeros heróis anônimos que se prestam a fazer serviços voluntários em favor de quem precisa, não apenas nesse período de natal, mas durante todo o ano: Equipes de pessoas que preparam e servem alimentos, doam roupas e agasalhos, fazem campanhas para coleta de brinquedos para presentear crianças carentes que não recebem sequer uma manifestação de afeto, que dirá um brinquedo?
  • Toque físico: Também não podemos esquecer de um gesto que, simbolicamente é muito nobre, o toque físico, que tem o propósito maior de chegar ao coração do outro, isso significa, que nós podemos “tocar” fisicamente o outro por meio de um sorriso, um gesto, um olhar sereno e acolhedor.

Então, desejo que neste natal você seja luz e que viva intensamente cada momento junto aqueles que ama, e que você seja portador de boas energias irradiando a alegria, a paz e a harmonia pois essa é a energia que quanto mais doamos mais recebemos em retribuição, a do VERDADEIRO AMOR! FELIZ NATAL!

(Acompanhe um vídeo sobre esse texto CLICANDO AQUI)

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

Formei em uma Coisa e Trabalho em Outra: Isso Pode?

Hoje vamos atender à solicitação do Kleber Brandão e falar com as pessoas que tem uma formação acadêmica mas trabalham em outra área completamente diferente da que se formou, existem diversos fatores que podem ter influenciado esse profissional, mas existe um principal que trata da busca pela tão sonhada estabilidade financeira e, embora não seja determinante, certamente, tem um peso enorme sobre a decisão do profissional.

É preciso reconhecer que todos temos múltiplas habilidades e podemos aprender qualquer coisa a que nos propusermos, a questão impactante nessa escolha recai, portanto, sobre as necessidades pessoais, reconhecimento dos principais talentos e habilidades, influências externas e oportunidades.

Assim, após ou mesmo durante a sua formação acadêmica, a pessoa desenvolve necessidades pessoais que vão desde as de sobrevivência, passando pelas de consumo até a concretização de seus maiores sonhos, para isso, ele precisa suprir uma condição financeira e então, aproveita a melhor oportunidade que está diante de si e que nem sempre está ligada a sua formação acadêmica, tá certo, então por isso ele vai desperdiçar a oportunidade? Essa é uma questão recorrente: Aceitar uma oportunidade que nada tem a ver com a sua formação ou declinar e ser fiel a sua profissão?

Ora, convenhamos que o importante mesmo é ser feliz e nem sempre a pessoa está preparada o suficiente para exercer as suas atividades dentro da área de formação por ter sonhos e aspirações muito maiores do que a profissão pode lhe proporcionar naquele momento. Eu mesmo conheço colegas psicólogas que trabalham como propagandistas farmacêuticas, contadora com pós em auditoria que decidiu largar tudo para ser representante de cosméticos, pedagogos que trabalham com vendas e todos se dando muito bem em suas atividades.

Então, não há absolutamente nada de errado em formar-se em uma área e trabalhar em outra, mas isso não deveria ser visto antes de escolher a profissão? Talvez sim, só que enquanto se é jovem, nem sempre se tem bem claro qual a sua missão neste mundo, logo, muitos escolhem sua carreira acadêmica tomando como base apenas uma análise superficial sobre as profissões disponíveis, isso sem contar com a influência do meio, que muitas vezes interfere na decisão do jovem direcionando-o para uma decisão mais fria ainda, outras vezes, ele até quer seguir aquela profissão que cursa, só que no meio do caminho, as portas se abrem em outra área de atuação que o surpreende positivamente e então ele se encontra profissionalmente, e quanto a isso, também, não há mal nenhum!

As vantagens em se trabalhar em uma atividade diferente da sua formação é que sempre vai agregar o seu conhecimento acadêmico a uma área diferente da sua, contribuindo para aperfeiçoa-la e principalmente, realiza-la com maior eficiência lhe trazendo um benefício como o destaque na carreira escolhida por conta do seu diferencial competitivo. Por exemplo, um psicólogo atuando como gestor de Recursos Humanos, lógico que não é via de regra, mas ele pode obter destaque em meio aos seus pares por entender tanto de administração quanto os demais, por conta da sua vivência corporativa, no entanto, entendendo mais acerca do comportamento humano do que qualquer um que jamais tenha se preocupado com os aspectos internos do indivíduo, que podem ser explorados como recurso de motivação ou de dor, vindo dessa forma a extrair o melhor de cada um.

É hora de buscar novamente sua vocação profissional? O fato de trabalhar em outra área, não necessariamente indica que o indivíduo abriu mão de sua vocação, pelo contrário, ele pode tê-la encontrado onde menos se espera. Agora, é importante que ele esteja fazendo verdadeiramente aquilo que gosta e que esteja obtendo resultados com isso para não correr o risco de fazer o seu trabalho só por fazer.

Nesta semana que se inicia eu lhe convido a pensar naquilo que você mais quer realizar na sua vida, no que lhe faz feliz em desempenhar e que você se divirta e ganhe dinheiro exercendo muito bem sua atividade profissional, mas fique atento aos sinais da sua intuição, se você não estiver se sentindo confortável o suficiente com sua atividade, ou estiver executando com muita dificuldade, despendendo muito esforço e energia, é hora de pensar se vale mesmo a pena continuar investindo nisso ou mudar. Você decide!

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, faça como o Kleber, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

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Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)

www.cibracoaching.com.br

Sente-se Perdido aos 30? Saiba que tem solução…

A leitora Luciana Rabelo do bairro de São Brás, pediu para abordar uma questão muito peculiar que aflige jovens profissionais que chegaram aos 30 e ainda não encontraram o seu caminho, encontram-se em dúvida sobre o que fazer da vida e sentem-se perdidos em meio as mudanças constantes no mercado, em especial no mundo corporativo e muitas vezes se desesperam em meio a tantas possibilidades.

Imagine que você está em uma pizzaria, morrendo de fome e tudo o que você deseja naquele momento, é fazer é fazer a melhor escolha, saciar a sua fome (…de pizza) e ser feliz, coisa muito simples até pedir o cardápio, neste ponto começam os seus problemas: antes mesmo de abri-lo, você já se depara com inúmeras possibilidades, quase 8 páginas com cerca de 18 a 22 opções de pizza disponíveis para você escolher. Você estava certo do que você queria, mas são tantas as opções e combinações de ingredientes, uma mais atraente que a outra e enquanto isso, a fome só aumenta, ainda mais quando você vê o garçom servindo a mesa ao lado com uma pizza suculenta, quentinha e, a julgar pelo sorriso de satisfação daquelas pessoas, deve estar deliciosa! Você então começa a salivar e decide que é hora de resolver a sua vida, chega então uma outra fase neste processo, a dúvida. Você então se pergunta: Puxa, eu estava certo do que eu queria mas e se este outro sabor for melhor do que a que eu queria? E se eu deixar a minha certeza pela outra desconhecida e me decepcionar? Vale a pena arriscar em função do desconhecido? Será que vou me agradar do ingrediente “X”?

Enfim, como se percebe, são inúmeras as possibilidades que enriquecem o seu diálogo interno antes de optar e isso gera incerteza, dúvida diante do desconhecido, ansiedade, desconforto e um certo sofrimento.

Na carreira profissional não é muito diferente, ainda mais nos dias atuais, pois lhe apresentam uma cartela variada de profissões a seguir enquanto você é jovem e você muitas vezes se agarra a uma escolha de momento que, certamente, vai lhe acompanhar para todo o resto da sua vida, certo?

Errado! Pior que ainda tem gente que defende isso. A escolha profissional não requer necessariamente ter que conviver com algo que você não gosta para o resto da sua vida, menos ainda nos dias atuais, onde muitas profissões desaparecem e outras surgem quando e onde você menos espera, como os atendentes de whatsapp por exemplo.

Isso quer dizer que você aos 30 não precisa necessariamente ficar apegado a escolha que você fez há 10 anos, pois o cenário era outro, bem diferente do atual, viver isso é estar condenado a aceitar uma pena perpétua de infelicidade e frustração por uma escolha equivocada, muitas vezes motivada por um impulso momentâneo ou um encantamento e admiração por um modelo bem sucedido, ou mesmo por depositar nessa escolha todas as possibilidades de sucesso, prosperidade e felicidade, aí, quando as coisas não acontecem do jeito que você imaginava, ou quando você é apresentado à parte feia, tosca e chata do trabalho vem a frustração e a infelicidade. E quem disse que os planos não podem ser revistos? Quem disse que projetos não podem ser alterados? E que o caminho não pode ser refeito?

A questão principal agora é mudar o foco e redirecionar o questionamento que, no princípio era externo e depois passou a ser interno, assim, quando se é jovem, as perguntas e a análise está no objeto, ou seja, nas profissões, tipo: O que faz? Como faz? Por que faz? Quais os riscos envolvidos? Principais atribuições …

São inúmeros os questionamentos, mas repare, todos voltados para as questões técnicas e pragmáticas, assim, muitas vezes, a decisão se baseia não naquilo que se deseja para a sua vida, mas naquilo que é teoricamente mais fácil, cômodo e lógico, rentável, entenda-se este último, não apenas no ponto de vista financeiro, porque tudo o que se quer ao escolher uma carreira é ser feliz. Só que aos 30, os questionamentos migram para os aspectos internos: Será que era isso mesmo o que eu queria? O que planejei para a minha vida? O que eu poderia estar fazendo agora?

Enfim, quem disse que você tem que acertar sempre? No entanto, pior do que errar, é insistir em algo que não está lhe fazendo feliz, pois isso irá se refletir nas demais áreas da sua vida e certamente lhe deixarão a um passo da depressão.

Assim, para retomar o caminho rumo a sua felicidade, cabe redirecionar as perguntas, então, ao invés de perguntar sobre a carreira, pergunte a você:

  • O que tem valor na sua vida?
  • O que o faz feliz?
  • Se esta for a única coisa que fizer na vida, isso o deixará feliz? Que coisa seria essa?
  • Qual a vida que você deseja ter?
  • Que atividade profissional o aproxima mais do estilo de vida que você quer para você?
  • Qual a sua principal vocação?
  • O que você reconhece como os seus principais talentos?
  • Que características evidenciam eses talentos?
  • Que contribuição você pretende dar para a sociedade? Porque? De que maneira poderá conseguir isso despendendo o menor esforço?

Desse modo, não saber o que se deseja, aos 30 é mais comum do que se imagina e não é um fato recente, só pra você ter uma ideia de pessoas que não sabiam o que fazer aos 30, como: Harrison Ford, Albert Einstein, Steve Jobs (após ter sido demitido da Apple aos 30) e tantos outros.

Assim, você pode decidir entre ser passageiro e deixar que algum motorista assuma o controle da sua vida levando-o até mesmo onde você não quer ir, ou assumir a direção da sua carreira em suas mãos e trilhar o caminho que o conduz à sua verdadeira felicidade.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, faça como a Luciana Rabelo de São Brás, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

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O tempo pode ser um problema ou a solução: você escolhe!

É impressionante como invariavelmente encontro pessoas que responsabilizam o tempo (ou a falta dele) para fazer coisas realmente importantes em suas vidas, e aí depois o ocupam se lamentando por aquilo que poderiam ter feito, mas não fizeram e quando deixam de fazer algo, normalmente disparam: “é, o problema é o tempo...” e com isso, lá se vai mas uma vez “o costa-larga”, o “bode-expiatório”, o “culpado”, o tempo!

Mas raciocina comigo, o tempo é igual pra todos nós, seres vivos, todos temos 24h no dia para fazermos tudo aquilo o que quisermos, então o que nos impede de fazer algo que, em resumo, seria importante pra mim, pra minha vida? Estabelecimento de prioridades! É meu caro, nós já recebemos o presente maior, que é estar vivo, nós temos um sol todas as manhãs, temos uma lua e as estrelas a noite, nós acordamos e dormimos todos os dias (ou pelo menos a grande maioria deles), isso significa que nós temos tempo, temos todo o tempo do mundo enquanto respirarmos, acontece que esse tempo pode ser um aliado ou pode ser um problema, tudo depende das nossas escolhas, daquilo que fazemos com ele (tempo), de como nós o utilizamos. E acredite: isso é fácil de resolver! Só precisa de um pouco de boa vontade.

  • Você tem o hábito de deixar pra última hora aquilo que poderia fazer enquanto você tinha tempo disponível?
  • Você ocupa muito o seu tempo procurando objetos e documentos “bem guardados”, pra não dizer perdidos?
  • Você costuma dispersar a sua atenção com pequenas interrupções que, no final das contas, não o levarão a lugar algum, como: telefonemas sem sentido, TV em excesso, bem como redes sociais, games, conversas paralelas, atendimento de favores em demasia ou qualquer outra forma de distração?

Se você costuma fazer isso, você vive de acordo com as circunstâncias, consequentemente ou você já perdeu o controle sobre o seu tempo, ou está prestes a perdê-lo, depois tem que fazer tudo correndo para atender aos prazos apertados, que você ainda está pensando em barganhar prorrogação e então vive na correria, preocupado, tenso, agitado e, o pior de tudo: vive estressado! Você então vive em regime de urgência e isso afeta o seu bem estar, suas relações, seu sono, sua alimentação, pro corpo, pra mente e pra alma, enfim, entenda que as coisas só chegaram a esse ponto, porque você não priorizou o que era importante, você não estabeleceu critérios para organizar o seu tempo, mas saiba que ele está aí, a sua disposição e você pode fazer o que quiser dele, é você que tem o papel e a caneta, é você que tem o comando, então você, melhor do que ninguém, saberá o que fazer com ele, tudo depende das suas escolhas, por isso não esqueça jamais que ele pode ser um inimigo ou um aliado, pode ser um problema ou a solução, só depende de você! Faça as melhores escolhas e seja feliz!

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Nelson Vieira
Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior
pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)