Responsabilidade social nas empresas: Realidade ou ficção?

É fato, as empresas estão se voltando cada vez mais para projetos sociais, uma vez que investir em Responsabilidade Social agrega valor à imagem institucional, em virtude da reação positiva do mercado, que reflete, por sua vez, em seu resultado financeiro, dado a fatores, como: maior visibilidade e credibilidade no mercado; logo, há uma valorização das suas ações, vindo a obter assim, a preferência dos investidores, o que contribui para o fortalecimento interno da organização, aumento de performance dos colaboradores, tornando a empresa ainda mais competitiva e, consequentemente, ocorre uma maior sustentabilidade nos negócios em virtude da conscientização ecológica dos valores e princípios corporativos mais vitais.

Desse modo, de uma maneira geral, elas têm se voltado para métodos de produção sustentável e para produtos mais “naturais”, agora, a questão é: Até que ponto isso significaria um real respeito ao consumidor e ao meio ambiente ou, como se vê na grande maioria das vezes, trata-se apenas de mais uma jogada de marketing? Creio que uma coisa acaba levando a outra, ou seja, quando a empresa foca na sustentabilidade e propaga isso em sua campanha de marketing, de certa forma, está contribuindo para a educação do consumidor para que este venha a adquirir uma consciência mais ecológica, e por conseguinte, contribuindo para que tenhamos um mundo cada vez melhor. Pelo menos era isso que deveria ocorrer na prática.

A boa notícia, é que o cliente está cada vez mais consciente do seu papel social, e não estamos falando apenas da preservação do meio ambiente ou mesmo da biodiversidade, tais como: coleta seletiva do lixo, projetos de reaproveitamento da água, energia renovável, dentre outros, mas também de seu real papel na sociedade pensando no bem comum, o que envolve: as negociações sustentáveis, o respeito ao código de defesa do consumidor, a qualidade do produto, do atendimento, a ética, refletida através do recolhimento de impostos por meio da emissão de notas fiscais, enfim, todos são, de certa forma, fatores que podem ser levados em consideração no momento de decidir por adquirir produtos ou serviços de uma determinada empresa. Tudo isso torna o consumidor mais exigente a respeito do perfil das mesmas.

Para quem ainda não acordou para essa nova realidade, abra bem os olhos, pois o mercado mudou e ainda está em intenso processo de transformação, portanto, entrar em sintonia com as comunidades e com o meio ambiente está realmente se tornando uma exigência para as empresas e o Brasil, de certa forma, como um país exportador de vários produtos para grandes centros mundiais, deve se adaptar às exigências do mercado internacional no que tange à qualidade, não apenas do produto, mas da sua origem. Como exemplo, podemos destacar o “embargo da carne”ocorrido há aproximadamente 10 anos no qual o Brasil, um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, teve esse produto relacionado ao desmatamento da floresta amazônica, o que levou o governo federal a intervir duramente, para se adaptar a tais exigências, levando alguns estados do norte do país a sofrerem um grande baque econômico na agricultura, na pecuária, no comércio, no serviço e até mesmo no setor público, até que as mesmas fossem cumpridas. E vira e mexe, ainda nos deparamos, aqui e ali, com práticas abusivas, que, creio, o nível de tolerância do consumidor, hoje, é zero! E, portanto, também estão mudando … e muito!

Os funcionários, parceiros e fornecedores também participam dessas mudanças através da educação, pois o que aprendem na empresa, adotam no lar, ensinam os filhos e estes, por sua vez, disseminam na escola, a professora vê então o movimento dos alunos e aborda o assunto “sustentabilidade” em sala de aula para várias turmas, assim, cada aluno volta para casa e aplica os conhecimentos adquiridos e então, forma-se uma corrente invisível pela preservação do meio ambiente, da biodiversidade, das nossas reservas hídricas e criamos assim, a chamada “Geração Z”, com futuros cidadãos mais conscientes de seu papel social, contribuindo para um mundo cada vez melhor, mais abundante e próspero.

Gostou do tema? Quer saber mais sobre esse assunto? Queremos lhe ouvir, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Coaching para profissionais de educação física

Um nicho de coaching que está em crescimento acentuado no Brasil é o que cuida dos aspectos comportamentais ligados à prática de esportes, tanto os de alta-performance quanto aqueles voltados para fitness (qualidade de vida). Os de alta-performance normalmente são aqueles trabalhos de longo prazo que ajudam o atleta a obter performance competitiva em uma determinada modalidade, ao passo em que aqueles voltados para as pessoas comuns como eu e, provavelmente, você que me lê, têm um foco na melhoria da qualidade de vida.

Hoje vejo muitos profissionais da área que conhecem muito acerca da fisiologia, da mecânica dos exercícios, coordenação motora, desenham programas de exercícios personalizados, mas encontram uma grande dificuldade para trabalhar o engajamento do atleta de um modo geral. Estou convencido que tudo parte do cérebro, inclusive o nosso interesse em realizar as coisas, ainda que seja para o nosso bem viver, como a prática de esportes por exemplo.

Para muitas pessoas, talvez, seja muito mais fácil se comprometerem com terceiros do que consigo, uma vez que, pela nossa grande habilidade de arrumar desculpas para quase tudo, nosso cérebro acaba nos ludibriando, uma vez que olhamos para as nossas falhas com condescendência, ou seja, nós as aceitamos e com isso nos auto-sabotamos em vários aspectos que vão desde a alimentação, descanso até a disciplina para manter a regularidade nos treinos. É aí que entra a importância de um professor de educação física, preparador físico, personal trainer e demais profissionais ligados à prática esportiva como: médicos, nutricionistas, fisioterapeutas de terem uma abordagem diferente que motive e engaje, no caso, o coaching.

Mas porque a abordagem do coaching não diretiva é importante para profissionais da prática de esporte?

1-Definição de objetivos: Só fazer a avaliação física e colocar como objetivo hipertrofia ou perda de peso ou afins não é suficiente, até porque o objetivo não pode ser algo comum para pessoas diferentes, pelo contrário, ele é muito específico e por conta disso é importante personalizar ao máximo para definir em quanto tempo aquele aluno deve alcançar um objetivo mantendo a regularidade, lógico. As pessoas estão sedentas por resultados e querem que sejam imediatos, e essa expectativa acaba gerando uma ansiedade muito grande, seguida de uma frustração e por conseguinte, acabam levando ao alto índice de evasão nas academias.

2-Acompanhamento sistemático: Quando se tem objetivos claros, definidos e muito bem quantificados, fica fácil realizar um acompanhamento sistemático do atleta a cada treino ou a cada semana para avaliar o seu rendimento e isso permite possíveis mudanças de rota e/ou realinhamento desses objetivos em função do que é possível obter como estado desejado dentro de um espaço de tempo.

3-Traçar estratégia: Lógico que o profissional vai desenvolver um programa que deve ser seguido pelo atleta, só que muitas vezes o mesmo não se adapta a algum equipamento ou exercício e nem sempre comunica o instrutor, isso acaba por prejudicar os resultados e o empenho do mesmo pode decair pela simples falta de adaptação levando-o até a um “over training” (fadiga por excesso de esforço ao treino). Assim, é fundamental acompanhar o atleta ou aluno sistematicamente para avaliar a eficácia do programa e redefinir um exercício substitutivo, uma mudança de carga ou mesmo no número de série quando a ocasião assim o pedir já que cada atleta (aluno) tem ritmo e resistência próprios. Certamente essa prática contribuirá sobremaneira para a motivação e empenho do indivíduo.

4-Engajamento: Importante compreender por que o indivíduo treina, o que isso significa exatamente para ele? O que o motiva? O que o sabota? Nesse sentido, é importante compreender que normalmente a pessoa se motiva pelo prazer (longevidade, saúde, estética, vaidade, relacionamentos interpessoais durante o treino, dentre outros) e se sabota pela dor (resultado lento, muito esforço, dores pelo corpo, cansaço, stress) no entanto, ele pode perfeitamente se motivar pela dor (desafio, raiva, superação, alívio de tensão psicológica, dentre outras)e se sabotar pelo prazer (conforto do sofá, controle remoto da TV, lazer e diversão, alimentação desregrada, bebida alcóolica em excesso).

Por fim, compreender a parte técnica do trabalho é um importante atributo para se ter sucesso profissional, mas não é garantia de resultados práticos, pois estamos falando de seres humanos, assim, quanto mais o profissional de educação física ou os demais conseguirem acessar a cabeça e os sentimentos do atleta (aluno), mais conseguirão extrair o melhor do seu desempenho e com isso, obterão melhores resultados.

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Serve para você também: Uma poderosa saída estratégica dos funcionários de organismos internacionais em meio à crise no mercado global

Hoje o mundo vive um momento de mudanças impressionantes em todos os segmentos de mercado, o que gera uma instabilidade que impacta sobremaneira a tomada de decisão no momento atual em função da incerteza dos dias que virão, e essa é uma realidade global! Nem os organismos internacionais mais poderosos escapam a este cenário, onde os seus executivos ocupam horas do seu tempo em reuniões, por vezes intermináveis, discutindo processos de reestruturação, realocação e adaptação aos novos tempos, e ninguém escapa a essa nova ordem econômica mundial.

Portanto, o tolo ignora, mas o sábio dá ouvidos àquele velho dito popular: “É melhor prevenir do que remediar”, colocando-nos em constante estado de prontidão para o que está por vir, afinal, nunca se sabe com 100% de certeza qual será a “bola da vez”, onde as pessoas (perceba que nem me refiro aos profissionais), dormem com uma realidade e acordam com outra.

Você tem noção do que é chegar ao trabalho e desempenhar as suas funções esperando a qualquer momento por um telefonema para passar no RH e assinar a sua rescisão? Eu realmente não sei como é isso, mas conheço pessoas que sabem e, eu asseguro, não é nada confortável! É como uma dança das cadeiras, na qual, a cada rodada, um é eliminado, e, ao menor sinal de distração alguém fica fora do jogo. Aí, só quando isso acontece, o sujeito se pergunta: e agora?!

É meu caro(a), “o bicho tá pegando” pra todo mundo!

Diante disso, vários são os questionamentos que nos fazemos todos os dias e que procurei trazer duas perguntas para reflexão, uma vez que todos estamos enfrentando os mesmos desafios, não importa o segmento de mercado, nem a sua posição hierarquica ou condição social:

Como nos prevenir desse “ataque silencioso”?

Diante da incerteza, esteja preparado, saiba que, apenas a qualificação técnica, hoje em dia não é suficiente para assegurar a sua posição na organização em que atua, mas existem uma série de requisitos que nem sempre constam nos “manuais da empregabilidade” que não podem ser negligenciados, como: equilíbro emocional, paciência, gentileza no trato com os demais, qualidade na execução do trabalho evitando preciosismos, muitas vezes desnecessários, cumprimento de prazos e, talvez, o mais importante e o mais difícil de todos, EVITE A ACOMODAÇÃO, saiba que ninguém tem lugar cativo, muito menos neste cenário de incertezas.

Então, como nos blindar?

Você é, hoje, resultado das suas inúmeras decisões tomadas no passado, desse modo, cultive sempre boas relações, afinal, nunca se sabe o dia de amanhã, então:

  • Mantenha sempre uma postura discreta, íntegra, cortez e, de fato, profissional;
  • Evite desgastar-se em discussões, sobretudo, de assuntos irrelevantes;
  • Cuidado com sua imagem virtual nas redes sociais, bem como com o conteúdo de suas postagens, evite entrar em polêmicas ou exposições desnecessárias;
  • Cultive sempre o bom humor;
  • Seja humilde ao aprender e generoso ao ensinar os menos experientes;
  • Identifique e faça revisão constante dos seus pontos fortes e dos pontos a serem melhorados. Evolua continuamente!
  • Reconheça seus desafetos, mantenha-os por perto e, sempre que possivel, ajude-os!   Eles poderão, quem sabe um dia, ser decisivos numa possível recolocação;
  • Aprenda a trabalhar em equipe, não seja uma ilha e nem tampouco “o sol”, saiba que em algum momento você também vai precisar ceder.

No mais, espero ter contribuído para minimizar o impacto de muitas pessoas e suas famílias, sobretudo no Brasil, onde as dificuldades vão muito além daquelas aqui apontadas, é uma questão de educação nos níveis mais básicos que transcendem os muros e corredores escolares, um resgate dos princípios morais, éticos, de boas maneiras e de convivência no ambiente de trabalho.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser saber mais sobre esse e outros assuntos e quiser vê-los respondidos por aqui, mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br.

Na era digital, profissões que aliam marketing, vendas e tecnologia terão maior evidência em 2017

Que o mundo está mudando não resta dúvidas, agora, que está havendo uma ebulição no mercado não apenas com relação à essa “marolinha” pela qual atravessamos no cenário político e econômico, mas, sobretudo, nas relações com o cliente, que se modernizou e está ainda mais exigente e imediatista. Nunca a concorrência foi tão acirrada como atualmente, deixamos de ser locais e passamos a ser globais. Lembro que há pouco mais de 15 anos dizia-se que um cliente insatisfeito espalhava para outros 10 clientes e cada um para outros tantos, enfim, coisa do passado! Hoje, um cliente insatisfeito não se dá a esse trabalho, ele vai no facebook e com um post, simplesmente devasta a imagem da organização, empresa ou profissional e o oposto também se faz verdade.

Isso significa que as empresas devem estar cada vez mais preparadas para esse “novo” cenário qualificando-se para atender às demandas emergentes deste cyberconsumidor na plataforma virtual em todos os segmentos de mercado: de serviços médicos a compra de supermercado, de profissional liberal a estruturas organizacionais mais complexas e elaboradas, todos terão que se adaptar a esta nova realidade.

Assim, minha aposta, não apenas para este ano, mas para os próximos que estão por vir, é em um nicho profissional ligado a uma área cada vez mais dinâmica e veloz: A de marketing digital! Então, veja quais são as profissões que vão bombar neste segmento:

1.    Webdesigner: Elabora sites, antes se faziam sites institucionais, hoje, se fazem sites mais responsivos, comerciais e dinâmicos, onde a interatividade com o cliente em qualquer dispositivo: computador, tablet ou smartphones é o ponto alto, além da facilidade de navegação, interatividade para cadastramento e fechamento de vendas.

2.    Social Mídia (Analista de Marketing Digital): Cuida da imagem e presença da empresa nas redes sociais e monitora a sua participação, crescimento, curtidas, comentários, seguidores engajados, personas (quem acessa? A que horas? O que visita? Qual o gênero? Idade? Escolaridade?), dentre outras características desse consumidor. O que acontece ainda hoje em dia, é que muitas agências e profissionais só percebem o facebook como rede social para promover posts e anúncios, ignorando completamente outras redes sociais que podem ter um resultado até mais eficaz. Ora, se o trabalho deste analista é o de promover o encontro entre o que a empresa tem para oferecer a um determinado público, não se pode gastar todas as fichas em uma única rede social. Desse modo, cada vez mais, este profissional deverá desenvolver uma capacidade de análise e conhecer o máximo de redes sociais disponíveis atualmente para melhor adequar a oferta de produtos e serviços ao seu público característico que, via de regra, está conectado em diversas redes que melhor atendam ao seu interesse naquele momento.

3.    Copywriter: Elabora textos comerciais para sites, campanhas de e-mail marketing e outros. Este profissional trabalha em agências ou como freelancer normalmente junto com o setor de criação de uma campanha publicitária, é o responsável por entregar uma palavra, frase ou texto que conceitue comercialmente o produto ou serviço a ser ofertado, para isso, precisa conhecer bem o público-alvo de maneira a entregar um texto com uma linguagem específica, por exemplo, um mesmo produto pode ser oferecido a um grupo de executivos e a um grupo de estudantes universitários, mas certamente, a linguagem a ser utilizada na campanha será diferente para cada público.

4.    Desenvolvedor Mobile: Cria aplicativos para diversos dispositivos, como: computadores, tablets e smartphones. Cada vez mais as empresas e profissionais precisam desenvolver um ambiente virtual para ter maior interatividade com o seu cliente de maneira cada vez mais rápida, prática e efetiva.

5.    Atendente de WhatsApp: Embora surgido há pouco tempo, essa atividade, já desponta como um serviço de atendimento essencial nas empresas, pelo baixo custo de implantação, pela alta interatividade que confere agilidade e precisão ao dar retorno ao cliente e ao atender às suas demandas. Mas não pense que para ocupar esse posto é suficiente conhecer a ferramenta. Esse profissional precisa entender da dinâmica organizacional, tem que ser hábil na resolução de problemas, deve conhecer bem os produtos e serviços ofertados e, talvez, o principal, deve ter uma gramática impecável, afinal, pior do que um mal atendimento, seria cometer um crime de assassinato contra o nosso bom e velho português.

No mais, fundamental em todos os casos, é que o profissional não fique amarrado apenas à parte técnica, mas invista em uma formação de marketing digital ou cursos de vendas pela internet e não pare de se especializar e descobrir técnicas e ferramentas novas que tragam resultados efetivos para o cliente, afinal, o número de seguidores é insignificante se não há faturamento que justifique todas essas ações.

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