Empreender na vida: Sim, Você não só pode, como deve!

Sempre que falo em empreender, lembro de um pensamento do William Shakespeare, que diz o seguinte: “Nossas dúvidas são traiçoeiras e nos fazem perder o bem que sempre poderíamos ganhar se não fosse o medo de tentar”. O fato é que muita gente ainda pensa que empreender é coisa do mundo capitalista que consiste em abrir um negócio e contratar pessoas e tudo o mais, no entanto, o mundo mudou e essa lógica também, desse modo, as pessoas precisam cada vez mais se reinventar, sair da caixa, deixar a sua zona de conforto e ir cada vez mais à luta buscando a realização dos seus sonhos.

Nesse sentido, muita gente deixa de dar o primeiro passo por conta de uma pseudo segurança de um emprego formal, carteira assinada, salário fixo, final de semana remunerado, férias, décimo terceiro e muitas coisas mais, só que veio a tal reforma trabalhista, mudou as regras, que na prática já vinham ocorrendo, e no fim das contas, todo mundo precisa se mexer, quem ficar parado vai ficar para trás ou será soterrado pela avalanche social que está vindo aí com tudo capitaneada pela geração Z, uma geração móvel, que consegue viver igualmente no mundo tanto no mundo real quanto no virtual, que precisa ter apenas o seus smartphones conectados para desempenhar suas funções profissionais de forma mais eficiente, sua tecnologia oferece conforto, propósito e foco no trabalho, por incrível que pareça. Por conta dessa mobilidade, essa galera não se importa muito em cumprir uma carga horária específica, preferem trabalhar por conta própria e ser dono do próprio tempo.

Essa nova geração veio só corroborar aquilo que já estava por acontecer há alguns anos, que é a flexibilização das relações de trabalho. Nesse sentido, ainda existem os postos de trabalhos formais, só que o movimento passa a ser bem diferente, pois, o funcionário, e isso eu já falo há mais de dez anos em minhas palestras e seminários, é também um empreendedor em potencial, onde ele passa, cada vez mais, a assumir o papel de parceiro do negócio e focar, cada vez mais, nos resultados e menos na carga horária de trabalho a ser cumprida. Assim, cada pessoa deve se tornar um profissional de causa (abraçam a missão, não importa o quão difícil pareça ou quanto esforço precise despender) e não de direito (pensam apenas em seus direitos, hora-extra, descanso semanal, folga programada, etc). Por isso separei aqui algumas características para que você tenha a possibilidade de escolher que tipo de profissional você quer ser. Vamos a elas:

Pessoas de Causa, cultivam o perdão e a gratidão pelos seus talentos, pelas oportunidades e pelo seu trabalho; assumem as responsabilidades pelos seus erros; sabem reconhecer o valor do trabalho do outro e os parabenizam; discutem ideias e propõem melhoria contínua; torcem muito e vibram pela vitória dos demais; compartilham informações e democratizam o conhecimento; transmitem entusiasmo e alegria contagiantes;

Pessoas de Direito, preocupam-se apenas com o ganho imediato e com seus direitos; guardam rancor e alimentam sentimentos de mágoa e até de vingança; têm dificuldades em assumir as responsabilidades e normalmente culpam os outros ou às circunstâncias; são, normalmente, implacáveis em criticar os outros e não se furtam em falar de pessoas e, muitas vezes, desejam o mal secretamente, sabotando até mesmo projetos de equipe; escondem informações e sonegam conhecimento e no geral, são mal humoradas, céticas, amargas e carregam uma carga pesada de sentimentos ruins em relação ao mundo e às coisas que o cercam.

Desse modo, baseado nas características acima de pessoas de causa e pessoas de direitos, avalie:

1- Que resultados você vem obtendo na sua vida atualmente? Você está satisfeito? O que precisa ser mudado/melhorado?

2- Você está preparado para as oportunidades de mercado? Se sim, qual o próximo passo a ser dado? Se não, o que você acredita que precisa fazer para se preparar melhor para essa nova perspectiva das relações de trabalho?

Enfim, concluo este texto parafraseando um grande ícone empreendedor que viveu muito à frente do seu tempo, chamado, Charlie Chaplin, que dizia: “O dia está aí à sua frente esperando para ser o que você quiser e você, é o escultor que pode dar forma, tudo depende somente de você”! Desse modo, você pertence ao time dos acomodados ou dos incomodados? Pense nisso com carinho, mude o que for necessário e conte comigo.

Gostou do tema? Tem alguma experiência parecida? Compartilhe comigo, terei o maior prazer em conhecer a sua história e quem sabe, contribuir com outras pessoa que têm as mesmas dificuldades, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para: fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Sobre o Autor

Nelson Vieira, sou Advanced Coach Senior e Master Coach Trainer, certificado por diversas instituições internacionais ao redor do mundo, tendo formado aproximadamente 5 mil coaches pelo Brasil. Para conhecer mais acesse: www.nelsonvieira.com.br

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